
FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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FINAL DO BRASILEIRO
SÉRIE – A
GOIÁS X SÃO PAULO
Árbitro: Jailson Macedo Freitas( ASP-FIFA-BA)
Assistentes: 01 – Alessandro Rocha Matos
02 – Milton Otaviano dos Santos
Ambos (FIFA-BA)
ERRO DO ÁRBITRO
Os que acompanharam pela TV, se aperceberam quão bem se postou o árbitro Jailson Macedo Freitas (BA), no momento da cobrança de falta marcada corretamente a favor do São Paulo.
O posicionamento do árbitro pode ser descrito da seguinte maneira: Dentro da grande área, pelo lado esquerdo do ataque, colado a área pequena, com visão perfeita sobre possíveis acontecimentos, bem como sobre a colocação dos atletas.
Após a cobrança houve o desenrolar da partida, a bola sobra para o são-paulino Hugo que bate na mesma, sua trajetória foi desviada para dentro do gol por seu confrade Borges, este se encontrava em posição de impedimento no instante do chute de Hugo e, aproveitou-se para marcar o tento do São Paulo.
DISCORDÂNCIA
Meu discordar total quanto aos críticos que colocam a culpa no assistente, o lance era do árbitro que não o assumiu, por inépcia ou por não de peito, para dizer o mínimo, no popular, faltou-lhe c…
Ao meu tempo, em lances idênticos, bateria a mão na caixa torácica chamando a responsabilidade, no hoje, os árbitros jogam para os assistentes, numa prova cabal da politicagem contumaz. Igualmente chamou minha atenção o dito por um grande amigo: O árbitro disse na entrevista que foi levado ao erro pelo assistente.
CONCLUSÃO: Não assume, culpa seu assistente, fica bem com dirigentes, analistas e com o publico.
EXPLICO
No tempo em que arbitrava, em lances análogos, o então denominado bandeirinha caminhava para a linha de fundo a fim de visualizar se a bola ultrapassasse a linha de meta, o impedimento era responsabilidade do árbitro.
No hoje, os assistentes são orientados para marcarem a linha do impedimento, portanto em lances idênticos ao de Goiás x São Paulo, caso a bola passe pela linha de meta e, rapidamente for tirada por algum atleta, não teremos um fiscal que possa alimentar a decisão do árbitro.
Assim sendo, entendo que ficou facílimo, assoprar o apito, qualquer duvida, culpa-se o assistente.
ESTÓRIA
Nenhum ser humano com médio raciocínio, faria o ridículo papel que estão colocando na diretoria são-paulina, provida de cabeças cultas, suficientemente acostumada aos meandros futebolísticos.
Não estou querendo tomar partido, porem, acreditar na estória divulgada, é acreditar em fantasmas ou que os dirigentes do São Paulo, sejam iniciantes.
Parem de brincadeira, o presidente da Federação Paulista de Futebol, deve explicações publicas sobre o fato e estas devam ser cobertas de racionalidade, do contrario, peça o boné e tchau.
Acorda, Brasil.
SP-09/12/08
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