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Coletiva democrática

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Ricardo Teixeira, imperador da CBF, demonstrou mais uma vez como gosta que as coisas sejam feitas.

Participou de uma entrevista coletiva após a abertura do Mundial de Futsal.

Mas não era qualquer jornalista que podia lhe fazer perguntas.

Somente os “amigos” da CBF tiveram o “privilégio”.

Quanto aos outros, eram ignorados como se nem estivessem por ali.

A farra da Copa promete…

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