Contratação obscura
Muito mal explicado o caso dos atletas contratados com a ajuda do empresário de Mano Menezes.
Alguns fatores devem ser analisados.
Faltava apenas 15 dias para que Eduardo Ramos encerrasse o seu vinculo com o Anápolis.
Não há lógica em fechar negócio com o clube sabendo que em duas semanas pode-se negociar diretamente com o atleta e por um custo evidentemente menor.
Quem participou de toda a transação, viajou para Goiás e fechou o negócio foi Antonio Carlos Zago, cria de V(W)anderlei(y) Luxemburgo.
Carlos Leite não participou em nenhum momento da negociação.
A inclusão de seu nome é uma maneira de blindar e esconder que Antonio Carlos está envolvido em mais um negocio de procedência duvidosa no clube.
Estou de posse do documento apresentado pelo Corinthians que tenta explicar o suposto empréstimo do empresário para a contratação do atleta.
Só há entrada de dinheiro, segundo o documento, para o Itumbiara, de Wellington Saci.
Mesmo assim, em março, quando na verdade a contratação foi fechada em maio.
Evidente que o documento não demonstra o que aconteceu na realidade.
Nada se fala a respeito do Anápolis.
Não foi apresentado comprovante de depósito em nenhuma das transações.
Faltar com a verdade dá nisso.
Quanto mais se explica, pior fica.
Pipocas da arrogância
A situação de Raul Corrêa da Silva no Corinthians é muito difícil.
Muitas são as denúncias de irregularidades em seu departamento.
As apostas no clube são de que não termina o ano em seu cargo.
O arrogante auditor parece sentir a pressão.
Não compareceu na ultima reunião do CORI para dar explicações sobre os últimos acontecimentos.
Nem no “senadinho”, onde costuma não contar a verdade para os conselheiros mais desavisados.
Fala-se que o motivo de sua ausência já tem explicação.
Raul Corrêa da Silva estaria fechando contrato com uma grande rede de cinemas em São Paulo.
Teria a exclusividade para comercializar “pipocas” no local.
Faz todo o sentido.