Demitido por Nesi Curi
Qual seria o seu julgamento sobre alguém que conseguiu a proeza de ser demitido por Nesi Curi em um caso de corrupção ?
Aconteceu com o presidente que tem medo.
No ano de sua entrada na política corinthiana, ele era apenas o monitor do futebol amador.
Pouco conhecido, começou a desviar atletas para equipes do interior.
Ajudado, desde o princípio, por seus fiéis escudeiros, o açougueiro e o bicheiro.
Nesi Curi ficou sabendo e o demitiu.
O presidente medroso só foi reconduzido ao cargo após “doar” R$ 300 mil para a campanha política de Wadih Helou.
Grato, ele intercedeu por seu retorno junto a Nesi Curi.
Que além disso percebeu que o menino corrupto poderia ser útil para seus negócios.
Foi o início de uma grande parceria.
Que dura até os dias de hoje.
Empresa de fachada ?
Não quero acreditar que a empresa do Eng. Djalma Batista Mariano, a DHR, seja apenas de fachada.
Constituída apenas no papel.
Um diretor responsável pelas compras de material para o clube não pode se prestar a isso.
Algumas evidências me levam a desconfiar de algo errado.
Três empresas estão localizadas no mesmo endereço.
A DHR, de Djalma, a Oficina do Micro e a M&S Virtual Store.
Deve ser coincidência.
Olivério Junior, aquele que não negocia jogadores em Goiás.
Olivério Junior, o jornalista que não se mete em negócios, tentou intermediar a transação da CHAMPS (?) com o Corinthians.
Fez de tudo para “fritar” a NIKE.
Egoísta, brigou com Rosemberg.
Não gosta de dividir “alguma coisas”.
Afastado (?) do clube, embora sua empresa preste serviços de assessoria de imprensa, ele agora tenta levar a CHAMPS (?) para o Palmeiras.
Duvido que o professor Belluzzo de ouvidos a alguém como ele.
Notem que após a saída de Olivério a convivência com a NIKE melhorou.
Claro, deve ser coincidência.
