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Há dois meses, dinheiro que circula na base não entra no bolso dos garotos do Corinthians

Em meio a transações faraônicas no departamento de futebol, incompatíveis com a situação de quem deve mais de R$ 2 bilhões (clube e estádio), possui bens e recebíveis bloqueados e saldo zero em dezesseis contas bancárias, o Corinthians, há quase três anos sem depositar o FGTS de seus colaboradores, retomou o calote na ínfima ‘ajuda de custo’ de seus jogadores mais humildes.

Há dois meses, quem não tem empresário bancando (em regra, do sub-15 para baixo), está precisando ‘se virar’ para treinar.

Ainda assim, os demais, que recebem salários relevantes, estão furiosos.

É nesse contexto, administrado por um presidente em situação financeira pessoal tão preocupante quanto a do clube; por um bicheiro, comprovadamente, sem limites para a delinquência; dirigentes com empresas de intermediação operantes; dinheiro ligado a contrabandista chinês circulando; que o Corinthians finge revelar jogadores para esconder o que, de fato, ocorre no departamento amador.

A situação sequer é escondida, tamanha a impunidade reinante, há quatorze anos, em Parque São Jorge.

Enquanto a cartolagem, aparentemente, embolsa, os garotos alvinegros sobrevivem porque os pais, alguns a custa de dinheiro emprestado, desembolsam.

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