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Empresa de cacique do Corinthians precisa levantar R$ 1 bilhão para se salvar

Quando Paulo Garcia, dono da Kalunga, afastou-se das eleições do Corinthians, abrindo mão de disputar a presidência e apoiando, sem muito afinco, o delegado Mario Gobbi, muitas especulações surgiram nos bastidores de Parque São Jorge.

De cara, o Blog do Paulinho afirmou que o empresário passava por problemas financeiros.

Durante a pandemia, diversas lojas do grupo fecharam as portas.

A dívida total da Kalunga é de R$ 740 milhões.

Quase um estádio de Itaquera.

Para salvar o negócio, Garcia tenta emplacar uma IPO (lançamento de ações na Bolsa de Valores) com objetivo de arrecadar R$ 1 bilhão.

Será, aparentemente, a única maneira de quitar as pendências e manter ainda alguma margem para liquidez.

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Um comentário sobre “Empresa de cacique do Corinthians precisa levantar R$ 1 bilhão para se salvar

  1. Jose Ricardo

    Que os Garcia não são flores que se deve cheirar não há dúvidas, porém há inconsistência na reportagem. Ninguém acorda e do nada fala “hoje vou transformar minha empresa em SA”, sai de casa e vai bater na porta da IBOVESPA falando “oi gente vim aqui pra ser S.A.” e no dia seguinte já tá no pregão. IPO é a última etapa da passagem de uma empresa de capital fechado em aberto e não se chega até ela sem que a “saúde” da empresa esteja ok, são feitas auditorias externas na empresa que repassam os dados pra CVM, que aprova ou não sua transformação de Ltda pra S.A. Portanto se realmente tem dívidas milionárias, a empresa jamais conseguirá chegar ao estágio de lançar IPO, a menos que tudo não passe de boatos apenas pra rolar dívidas.

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