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Leiloeiro consegue liminar para acelerar definição sobre tombamento do estádio da Portuguesa

Dívida da Lusa já é maior do que o valor do Canindé

Por conta de dívida com o ex-funcionário da Portuguesa, José Antônio Bressan, que, em 2009, era de R$ 1 milhão e, corrigida, ultrapassa os R$ 4,6 milhões, a Justiça determinou, novamente, o Leilão do Estádio do Canindé.

Porém, pelo fato de conselheiros da Lusa terem ingressado no CONPRESP, em 12 de abril de 2019, com solicitação de tombamento do terreno, a ‘Sublime Leilões’, acusando medidas protelatórias do clube, como sucessivos pedidos de prazo para apresentação dos documentos ao órgão municipal, ingressou no autos, com pedido liminar, para que defina-se, com exatidão, a data derradeira da sentença.

Segundo a petição dos leiloeiros, o último prazo concedido à Portuguesa está por findar, sugerindo que a reunião do CONPRESP, para tratar do Canindé, deveria ocorrer no próximo dia 19, embora o Blog do Paulinho tenha recebido a informação de que acontecerá uma semana após, no dia 26.

A Lusa deve mais de R$ 100 milhões a credores diversos, além de R$ 50 milhões à Prefeitura de São Paulo.

O terreno está avaliado em R$ 143 milhões, mas a previsão de ‘arremate’, se tanto, não ultrapassa os R$ 100 milhões.

Ou seja, a Lusa, em ocorrendo o Leilão, além de perder o patrimônio, ainda seguirá devedora de muita gente.

No recente 11 de agosto, o juiz Ju Hyeon Lee, da 14ª Vara Civel, acatou o pedido da ‘Sublime Leilões’, ordenando ao CONPRESP que paute o julgamento do tombamento para a primeira reunião após o último prazo concedido à Lusa e que defina, de uma vez por todas, a data limite para a conclusão dos trabalhos.

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