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Detalhes sobre as falsidades do Pinóquio que Bolsonaro quase emplacou no MEC

Por TIBURCIO OLIVEIRA

Com relação ao “curriculum vitae et studiorum” do professor Carlos Alberto Decotelli (como entre os conhecimentos linguisticos do professor não se incluiu o Latim, faz-se a tradução: currículo de vida e de estudos), ainda cabe algumas observações, com base nas informações constantes do anunciado pelo Presidente da República, divulgadas pela mídia, e da plataforma Lattes (original e modificações):

I- Mestrado: Contestado pela ocorrência de vários plágios. A Fundação Getúlio Vargas diz estar investigando e se agir corretamente – como se espera dessa renomada Instituição – não permitirá as correções propostas (“a posteriori”!) pelo professor Decotelli, anulará a defesa da Dissertação, cassará o título concedido e desqualificará, para sempre, o Orientador e a Banca Examinadora.

Ou seja, o professor Decotelli ficará sem o mestrado.

II – Doutorado: O magnífico Reitor da Universidade Rosário, da Argentina, já negou que o professor Decotelli – que cumpriu os créditos não concluiu o curso, porque a tese foi previamente desqualificada por três membros da Banca, não tendo havido defesa da tese e obtenção do alegado e disfarçado título de Doutor. Como se vê, os argentinos não foram “muy amigos”!

III – Pós-Doutorado: É óbvio que não tendo obtido o doutorado, não se sustenta o pós-doutorado, como, já ficou patenteado pelos esclarecimentos da Universidade de Wuppertal, na Alemanha.

Aqui, também, não foram os honestos alemães “Wahr Freunde”

IV – Necessita ser esclarecida a noticiada condição de “Oficial da Reserva da Marinha”.

Parece que também não se sustenta.

O currículo Lattes apresenta duas informações: “Curso Técnico – profissionalizante da Marinha do Brasil, 1969 – 1974” e “Intendente Honorário da Marinha”.

Como noticiado que o professor Decotelli tem 67 anos de idade, deve ter nascido em 1953, logo, em 1969, tinha 16 anos parecendo que teria ingressado na Marinha do Brasil como Aprendiz de Marinheiro, ou algo similar. Aliás, não se conhece curso de tão longa duração mais parecendo tempo de serviço militar na ativa.

Colégio e Escola Naval, o professor Decotelli, evidentemente, não cursou, pois se o tivesse tirado, orgulhosamente teria incluído no currículo.

Para ser oficial da Reserva da Marinha, das duas, uma: ou teria cursado CIORM (Centro de Instrução de Oficiais da Reserva da Marinha, equivalente ao CPOR do Exército), ou seguido carreira militar como Praça, Sargento, Sub-Oficial e, afinal, sendo promovido a algum Quadro Auxiliar de Oficiais, indo para a reserva remunerada e, a esta altura já reformado por implemento de idade.

Certamente, não ocorreu nenhuma dessas duas hipóteses que – a não ser, por deliberada sonegação – teriam sido registradas no Currículo.

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1 comentário em “Detalhes sobre as falsidades do Pinóquio que Bolsonaro quase emplacou no MEC”

  1. Levanta mil ministros, derruba mil ministros. Levanta mil secretários e derruba mil secretários. Só ficam dois dias no cargo. Mas que porra de governo é esse? Até acontecer algo grave com o Brasil. PT pode ter roubado, mas não era desgovernado assim, não. Bolsonaro é mistura de burrice e mau caráter. Estamos correndo grave perigo.

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