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Golpe da ‘Feira NA Madrugada’ pode complicar a vida da Portuguesa

Desde 2018, o empresário Diego Agiani, através de ação judicial, tenta reaver o direito de inaugurar a ‘Feira da Madrugada’, que firmou em acordo com a Portuguesa para ser instalada na sede social do clube, no Canindé.

À ocasião, o presidente Alexandre Barros exigiu R$ 1 milhão de adiantamento, que nunca entraram nos caixas rubroverdes.

Diego chegou a inscrever 3,7 mil pessoas, interessadas em adquirir espaços comerciais no empreendimento.

Essa movimentação chamou a atenção de Barros que, unilateralmente, decidiu, segundo informações, apropriar-se do negócio, sem ressarcimento a quem, de fato, levou a ideia à Portuguesa.

Para tal, em vez de descontar o aluguel do espaço (R$ 70 mil mensais) da cota de R$ 1 milhão adiantada, Barros ingressou com processo por inadimplência, rompendo, em primeira instância, o acordo anterior.

O caso segue sub-judice, em recurso.

Apesar disso, a Portuguesa, para driblar a utilização da marca, trocou o nome ‘Feira da Madrugada’ por ‘Feira NA Madrugada’, e tem anunciado a inauguração para breve.

Diego, sentindo-se traído pelo presidente anterior e, agora, pelo atual (que também havia lhe prometido uma solução), decidiu contar, em vídeo, o que de fato está acontecendo.

A questão é: se a justiça decidir, em última instância, que a Lusa não possui razão neste caso, ao abrir a Feira com nome manipulado, surrupiando a ideia de terceiro, com o agravante do dinheiro adiantado, o clube pode ser envolto em novos transtornos, com possibilidade de condenação a indenizações milionárias.

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