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Fernando Garcia utiliza preposto para cobrar dinheiro do Corinthians na Justiça

Andres Sanches, Fernando Garcia e Paulo Garcia

Pouca gente se lembrará, mas o Corinthians, em maio de 2015, contratou um lateral esquerdo de nome Moisés, oriundo do Madureira.

Foram três anos pagando os salários do atleta para que ele jogasse noutros clubes, emprestado.

O objetivo era, evidentemente, esquentar o currículo.

Moisés, nesse período, passou por Bragantino, Bahia e Botafogo/RJ.

Em janeiro deste ano (2019), o clube vendeu-o, em definitivo, para o Bahia, cobrando R$ 2 milhões.

30% do dinheiro foi embolsado por Fernando Garcia, irmão do dono da Kalunga, Paulo Garcia, que é pré-candidato, pela enésima vez, à presidência do Corinthians.

Ou seja, R$ 600 mil.

Não contente, o agente resolveu cobrar, na justiça, utilizando-se de preposto, comissão sobre o valor recebido pelo clube.

13%, aproximadamente, sobre R$ 1,6 milhão: R$ 183,6 mil, no total.

Adriano

O disfarce de Fernando atende pelo nome de Adriano Freire de Sá, dono da empresa New Ace Sports, que, oficialmente, aparece como a processante do alvinegro.

Adriano, coincidentemente, é dono, também da Marvi Atacado, atuante na região do CEAGESP, local em que Andres Sanches, presidente do Corinthians, sempre realizou negócios, até então, à margem do futebol.

Tudo passaria despercebido se Garcia não tivesse esquecido de comunicar a ‘alteração’ ao site Transfermarkt, especialista em dados sobre transações de atletas, em que a sua ‘Elenko Sports’ figura, nos dias atuais, como agenciadora de Moisés.

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