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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Quem acredita ser portador da verdade está preparado para ser um deus, e não um ser humano. Infelizmente, a humanidade está saturada de deuses”

Augusto Cury – é médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor brasileiro

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Diagonal dos árbitros no campo de jogo

Acordem componentes da CA-CBF

Principalmente o todo poderoso e senhor da verdade Sergio Correa da Silva

Bloquear

Nestas rodadas iniciais intuo que se tornou rotina o atrapalhar dos árbitros nos lances no meio do campo, do mesmo modo, nas proximidades ou interior das áreas

Norteiem

Os árbitros para seguirem a tradicional diagonal que, abraçada, evitara que o árbitro trombe com os atletas ou que a redonda bata em seu corpo e interrompa o seu prosseguir

9ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2018

Sábado 02/06

Palmeiras 3 x 1 São Paulo

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

Item Técnico

Devagar quase parando; principalmente, por ter prejudicado a equipe são-paulina, corroborando com o erro inaceitável cometido pelo assistente 02: Victor Hugo Imazu dos Santos,

– que deixou de sinalizar a posição de impedimento do atacante palmeirense Willian, no momento que pegou a redonda para marcar o segundo tento de sua equipe 2 x 1

Trocado em miúdos

Teve influência no resultado

Item Disciplinar

Fez média por ter advertido com cartão amarelo 04 palmeirenses e 04 são-paulinos; seguisse a regra outros litigantes deveriam tê-lo recebido

Domingo 03/06

Flamengo 1x 0 Corinthians

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)

Item Técnico

Inverteu e deixou de marcar algumas faltas, sem ter influencia no resultado

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para corintiano e 03 para flamenguistas;

– dentre estes, Diego, que, ao recebê-lo, de dedo em riste, foi pra cima do árbitro e, por pouco, não lhe deu o cartão vermelho

Em Tempo

Contesto as reclamações de alguns dos defensores corintianos por terem dito que o árbitro terminou a contenda com a bola nos pés do consorte Roger com total possibilidade de manda-la profundo da rede;

– como era lance de ataque, bem atento na imagem da TV, sem medo de errar afianço:

– Anderson Daronco apitou e ergueu os braços sinalizando o termino da refrega no momento que um dos defensores flamenguistas despachava a bola pra frente

10ª Rodada – Terça Feira 05/06

São Paulo 0 x 0 Internacional

Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para defensores do São Paulo e 02 do Internacional

Quarta Feira 06/06

Corinthians 1 x 1 Santos

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)

Item Técnico

Acertou por ter corroborado com o assistente 02: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (FIFA-RJ), quando da marcação da posição de impedimento de um dos defensores santistas, findado com a bola no fundo da rede corintiana

Sobreveio

Por ter dado seguimento no lance reclamado como pênalti por alguns corintianos, no instante que no movimento normal de seu corpo, o santista Renato teve a bola batida no braço

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para corintianos e 02 para santistas; dentre vestes para Vitor Ferraz,

– acontecido logo após marcar o gol de empate, comemorando-o de frente para a torcida e ao lado do banco de reservas da equipe da casa, interpretado provocativo pelo assistente 01: Guilherme Dias Camilo (FIFA-MG), que comunicou e, prontamente atendido pelo árbitro

Rematando

Desta feita Ricardo Marques Ribeiro não chamou a atenção do público com suas contumazes e ridículas gesticulações

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Política

Intervenção Já

Nosso povo reclama por uma orientação construtiva, e a censura pode ajudar

O colunista, num esforço de comunicação telepática, teve acesso à mente desse novo espécime da rica diversidade nacional que é o intervencionista de estrada — aquele que pede intervenção militar do alto da boleia do caminhão ou no aglomerado dos acostamentos. O resultado:

“Podem chamar de golpe, mas que a vida era melhor naquela época, era. Criticam que havia censura às notícias. Pois hoje não há, e de que servem tantas notícias? Que faz essa balbúrdia de jornais, TVs, internet, Facebook senão confundir? A informação é um direito da cidadania, alegam os demagogos. Nosso povo reclama é por uma orientação construtiva, vinda do alto, da parte de gente responsável, e nesse sentido a censura só traz benefício. Em novembro de 1971 o governador do Paraná foi forçado a renunciar, depois de apenas oito meses no cargo. Nenhum jornal explicou por quê. A revista VEJA, em capa sob o título ‘A queda do governador Haroldo Leon Peres e seus ensinamentos’, ousou noticiar que ‘o governador teria exigido de Cecílio Rêgo Almeida, o mais poderoso empreiteiro do Paraná, um depósito de 1 milhão de dólares no exterior para liberar o pagamento de 60 milhões de cruzeiros devidos pela construção da Estrada de Ferro Central do Paraná’. Foi punida com a apreensão de seus exemplares nas bancas. O que lucraria o povo em saber que governantes nomeados pelo regime possuíam suas fraquezas?

Em 1974 ocorreu um surto de meningite no país, e a imprensa, de novo por mais do que justificadas razões, foi proibida de usar a palavra surto. Claro, um ou outro pode ter tido sua saúde comprometida, ou mesmo morrido por falta de alerta, mas esses são danos colaterais inevitáveis. Importante foi não alarmar a população com notícia tão desagradável. O povo precisa de mão forte e atenta, para conduzi-lo num rumo que, deixado a si mesmo, não alcançaria trilhar. Por essa razão, naquela época era poupado de eleger os governantes. Os militares se incumbiam disso. Em São Paulo a escolha para prefeito recaiu sobre o doutor Paulo (Paulo Maluf, para os menos próximos). A Bahia foi entregue aos cuidados de Antonio Carlos Magalhães e o Maranhão aos de José Sarney. Grandes obras, como a Ponte Rio-Niterói e a Transamazônica, puderam ser levadas a bom termo graças à proibição de que a imprensa metesse o bedelho e, em sua infinita arrogância, exigisse contas e cumprimento de prazos.

Em 1968 o brigadeiro Burnier, segundo denúncia depois apresentada pelo capitão Sérgio Miranda de Carvalho, seu subordinado, elaborou o plano de bombardear o gasômetro da Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo uma bomba seria jogada na embaixada americana e outra no Citibank, e a culpa lançada nos comunistas. Até hoje se fala nesse episódio, em que, na confusão, seriam mortos comunistas e políticos incômodos como Carlos Lacerda. Por que tanto barulho, se nada disso aconteceu? E, se tivesse acontecido, não poderia ter o efeito de livrar o regime do entulho humano que lhe obstruía o caminho? Há momentos, e aquele fatídico ano de 1968 foi um deles, que exigem um pouco de energia.

Em 1981 dá-se o episódio do Riocentro. Até hoje acredito que o sargento morto e o capitão ferido eram dois moços altruístas que preferiram estourar a bomba no próprio carro a deixá-la provocar um massacre em meio à multidão. Um historiador do período chama de ‘anarquia militar’ a situação em que generais e coronéis agiam da própria cabeça, algumas vezes em desafio uns aos outros. Prefiro chamá-la de ‘democracia militar’, a democracia justa, praticada entre si pelos honestos e responsáveis, não a democracia de hoje, em que o poder se desmancha na rua, ao arbítrio da ralé.

Em 1968 houve greve em Osasco, resolvida pela oportuna ação de um batalhão da Polícia Militar. Seu líder, um tal Zequinha, foi preso e torturado com espancamento, choques elétricos e sabão em pó nos olhos. Sim, nesse caso reconheço que, excepcionalmente, houve tortura, e não se diga que mal aplicada: Zequinha viria a morrer como terrorista, ao lado do famigerado capitão Lamarca. Nós também, neste maio de 2018, cinquentenário do providencial Ato Institucional nº 5 (que naquele tempo o doutor Paulo quis ver incorporado à Constituição), fizemos uma greve, mas uma greve redentora, para acabar com todas as greves. “Nossa ação (e refiro-me não ao conjunto dos caminhoneiros, mas a nós, os intervencionistas) teve por objetivo plantar a semente de um futuro de paz e união, sob a proteção de senhores patriotas, honestos, capazes e devotados à causa comum”.

Autor: Jornalista Roberto Pompeu de Toledo – Publicado na edição 2585 da Veja

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Finalizando

“Quem é incapaz de questionar as próprias verdades, não tem mais nada a aprender. Seu conhecimento se transforma num cárcere”

Augusto Cury – é médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor brasileiro   

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-09/06/2018

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar em nosso canal do YouTube.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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