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Grafiteiro se defende e revela esquema de Andres Sanches na Arena de Itaquera

“(…) levei lá no clube (a arte do grafite), na reunião, junto com o Andres, o presidente que estava na presidência do clube na época, e com o “presidente” da Arena, que é o Lúcio (Blanco)… tivemos uma reunião lá…”

“Eu falei: “cadê o contrato?”, e os caras: “não ! Segura ai que nós vamos trazer o contrato”… e esse Magrão (amigo de Andres Sanches) enrolando”

“(…) queriam me dar grana em dinheiro vivo, nunca queriam depositar… e ai ficou meio estranho o papo…”

“Eu desconfiava muito desse engenheiro da Odebrecht (Ricardo Corrégio) e do presidente da Arena (Lúcio Blanco), porque assim, esse painel é muito grande, ele pode ser gerado em dinheiro R$ 1,5 milhão, entre material e mão de obra, se for serviço no valor real da coisa física…”

(VANDRE, responsável pela obra de grafite da Arena de Itaquera)


Revelamos, ontem, que o grafiteiro Vandre Luis de Oliveira ganhou na Justiça o direito de receber R$ 90,9 mil, fruto de calote do Corinthians em serviço realizado na Arena de Itaquera.

Corinthians e Arena Itaquera tem R$ 90,9 mil bloqueados para pagar grafiteiro

À época do trabalho, pouco antes da Copa do Mundo de 2014, Vandre foi levado ao clube por Cristiano Rocha de Miranda (a quem ele trata como “Luciano), vulgo “Magrão dos Gaviões”, amigo do então ex-presidente do clube, Andres Sanches:

“Eu sou um grafiteiro que já faz grafite há vinte anos, entendeu ? Ai, esse Luciano (Magrão) conheceu meu trabalho na rua e veio atrás de mim no meu ateliê e pediu se eu conseguia fazer a arte, o painel e tal”

“(…) eu montei a arte no computador… fiz na escala e levei lá no clube, na reunião, junto com o Andres, o presidente que estava na presidência do clube na época, e com o “presidente” da Arena, que é o Lúcio (Blanco)… tivemos uma reunião lá…”

“O Magrão recebeu R$ 120 mil em dinheiro dos caras, o “maluco” não é grafiteiro, colocou eu no páreo, não me deu nada de grana e está achando que eu não iria receber nada…”

“E o Andres e os caras conhecem ele (Magrão), não vai atrás do cara pra saber da grana, nem pra saber da responsabilidade do cara… é isso que me deixa indignado com o caras, porque eles sabem que foi o cara que causou tudo isso e não vai atrás do cara pra cobrar ele”.

Magrão do Grafite
Magrão dos Gaviões

O estranho comportamento de Andres Sanches chamou a atenção de Vandre, que desconfiou:

“Eu falei: “cadê o contrato?”, e os caras: “não ! Segura ai que nós vamos trazer o contrato”… e esse Magrão enrolando”

“(…) aí apareceu um engenheiro lá da Odebrecht, que chama Ricardo (Corrégio), falando que era ele que estava medindo a obra e não sei o que… eu comecei a ficar preocupado”

Em determinado momento, o relato do grafiteiro sugere que, apesar de Magrão ter recebido R$ 120 mil, em dinheiro, pelo acerto, o Corinthians pode ter pagado bem mais, sem a contabilização oficial dos recursos:

“Eu desconfiava muito desse engenheiro da Odebrecht (Ricardo Corrégio) e do presidente da Arena (Lúcio Blanco), porque assim, esse painel é muito grande, ele pode ser gerado em dinheiro R$ 1,5 milhão, entre material e mão de obra, se for serviço no valor real da coisa física…”

“Eles orçaram esse painel com o Cobra (grafiteiro famoso), esse Magrão, e eles orçaram em R$ 700 mil pra fazer…”

“Então, assim, eu vou receber pouco ainda de mão de obra artística… porque se fosse para receber minha mão de obra artística mesmo, esse painel ai era papo de R$ 500 mil”

“Então, tinha muita gente envolvida, além desse Luciano (Magrão)… eu vi que todos ficaram em enrolando, jogando um para o outro e ninguém resolvia o problema, foram empurrando com a barriga… e queriam me dar grana em dinheiro vivo, nunca queriam depositar… e ai ficou meio estranho o papo…”

Toda esse suspeito sistema de ocultação financeira, narrado por Vandre, vai de encontro à investigação da “Operação Lava-Jato”, que sempre apontou a Odebrecht como extremamente “criativa” na arte de dissimular pagamentos de propinas de seus colaboradores.

Vale lembrar que Andres Sanches, André Negão e Vicente Cândido, todos dirigentes alvinegros, estão delatados por esse tipo de acusação, enquanto Ricardo Corrégio, engenheiro da construtora, que não por acaso dividia uma sala na Arena com o atual presidente do Corinthians, por coincidência, é casado com Vanessa Carneiro, prestadora de serviços de confiança da OMNI, absolutamente prestigiada na gestão “Renovação e Transparência”.

Ricardo Corrégio (Odebrecht) e Vanessa Carneiro (OMNI)

Confira abaixo áudio na íntegra (oito minutos) do bate-papo de Vandre Luis de Oliveira com o Blog do Paulinho, em que o grafiteiro detalha todo o trabalho que executou no estádio, conta que até no “Mosaico” da torcida, bancado pelos caixas alvinegros, o tal Magrão, amigo de Andres Sanches, embolsa dinheiro e revela quem, de fato (citando dirigentes), tem prejudicado o Corinthians:

EM TEMPO: ontem, o Blog do Perrone noticiou que, após a estranha saída de Lucio Blanco da gestão da Arena de Itaquera, a função vem sendo executada por Caio Campos, homem de confiança do diretor de marketing, Luis Paulo Rosenberg, à ponto de empregá-lo como CEO (executivo) da SPR/Poá Textil, única empresa autorizada a licenciar produtos da marca “Corinthians”.


OUTRO LADO

O Sr. Magrão dos Gaviões entrou em contato com o Blog do Paulinho, disse que a matéria é mentirosa, denigre sua imagem, que acionará a justiça, pedindo também, ‘gentilmente”, que seja retirada do ar, no que, por razões evidentes, não foi atendido.

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A Seleção Brasileira e seus empresários

Goleiros

Alisson – José Maria Neis

Cássio – Carlos Leite

Ederson – Jorge Mendes, ex-sócio de Carlos Leite

Defensores

Danilo – Bruno Misorelli

Geromel – Maickel Portela

Filipe Luís – Jorge Mendes

Marcelo – Rodrigo Cantieri

Marquinhos – Kia Joorabchian

Miranda – Jorge Mendes/Deco (ex-jogador)

Fagner – Carlos Leite

Thiago Silva – Paulo Tonietto (ligado a Dunga)

Meio-campistas

Casemiro – Oscar Ribot

Fernandinho – Giovanni Branchini

Fred – Gilberto Silva (ex-jogador)

Paulinho – Kia Joorabchian

Philippe Coutinho – Kia Joorabchian

Renato Augusto – Carlos Leite

Willian – Kia Joorabchian

Atacantes

Neymar – Wagner Ribeiro/Neymar pai

Gabriel Jesus – Marcelo Pettinati

Roberto Firmino – Eduardo Uram

Douglas Costa – Junior Mendonza/Kia Joorabchian

Taison – Diogo Dornelles

A cara de pau do “Fiel Torcedor” do PC do B

Resultado de imagem para Carlos Rogerio Freihat Henrique

Recentemente, o político Carlos Rogério Freihat Henrique, que nas recentes eleições concorreu a diversos cargos (deputado estadual, vereador, etc) pelo PC do B, ingressou com ação de Dano Moral contra o Corinthians.

Pediu R$ 5,5 mil.

O leitor não acreditará na cara de pau.

Freihat reclamou do clube por ter sido barrado na entrada do estádio de Itaquera porque portava a carteirinha de seu filho, não a dele.

Disse ter se confundido.

A Justiça, por razões evidentes, deu ganho de causa ao Corinthians, mas livrou a cara do sujeito, que não precisou pagar as custas, como deveria.

Palmeiras é processado, novamente, por braço de “off-shore” utilizada na contratação de Dudu

Em abril de 2016, o Palmeiras foi processado pela Mamabru Participações Ltda, que cobrava R$ 700 mil á título de comissão da transferência do atacante Dudu.

Os donos da empresa são os empresários Marcelo Robalinho, Marcelo Goldfarb e Bruno Paiva (filho do falecido comentarista Mario Sérgio, da FOX).

A Mamabru foi citada na investigação denominada “Panama Papers”, como preposta de uma offshore panamenha Bardwil Group Inc., acusada de lavagem de dinheiro em investigações internacionais.

https://offshoreleaks.icij.org/nodes/11001803

 

mamabru

No último dia 26, a Mamabru ingressou com outra ação de cobrança contra o clube, desta vez de R$ 30,8 mil, referente à atraso de pagamento em acordo ligado ao primeiro problema.

Nelson Nicolau, o destino de um político honesto nas mãos do Supremo

Por LUIS NASSIF

O indulto do dia das Mães permitiu a meu amigo Nelsinho Nicolau deixar o presídio de Limeira. É um presídio civilizado, para presos de baixa periculosidade. Nele, Nelsinho coordena rodas de leitura para os demais presos e é mediador dos debates. O primeiro foi sobre o livro “Capitães de Areia”, que retrata bem a população carcerária, a maioria jovens apanhados com algumas gramas de drogas. Em um dos últimos debates, sobre a queda do prédio no Largo do Arouche, se surpreendeu com a reação dos demais prisioneiros, taxando os moradores de “vagabundos”.

Não foi a primeira decepção de Nelson com a natureza humana.

Conheci Nelsinho em 1968, quando um grupo de secundaristas do Instituto Educacional Coronel Cristiano Osório de Oliveira, de São João da Boa Vista, ajudamos na campanha a prefeito de seu pai, Durval Nicolau. Médico do INAMPS, logo após o golpe de 64 Durval e seu irmão Jorge foram expulsos de São João por fazendeiros armados. . Voltou em 1968, em uma campanha épica contra três candidatos da Arena. A apuração deu vitória a ele. Enquanto comemorávamos na praça, a Polícia fechou o Palmeiras, onde se dava a apuração, fez uma recontagem rápida e deu a vitória ao mais votado dos candidatos da Arena.

Nelsinho voltou à cena em 1974, como um dos primeiros prefeitos eleitos do MDB. Fez uma administração admirável em São João da Boa Vista, tornando-se símbolo de uma nova política que surgia. Depois, foi eleito deputado estadual. É dele a lei que terminou com a aposentadoria dos deputados paulistas após duas legislaturas, justamente quando ele mesmo teria direito à aposentadoria. Com a iniciativa, buscava dar eco ao seu discurso permanente: o de que era possível fazer política com honestidade.

No governo Fleury, foi indicado para a Diretoria da Área Agrícola do Banespa. Lá instituiu  o crédito por produto, uma revolução na época, que ajudou a contornar a enorme instabilidade monetária do período.

Ali começaram suas desventuras. Havia uma quadrilha atuando no Banespa, em outras diretorias. Cada diretoria era responsável pelo crédito de sua área. Analisava os pedidos, aprovava e, depois, apresentava para o colegiado referendar. 14 desses empréstimos estavam envenenados, nenhum deles sob responsabilidade de Nelsinho.

De nada adiantou. Foram abertos processos contra todos os diretores do Banespa. E todos eles foram patrocinados por um grande escritório de advocacia paulista, cujo titular é conhecido por sua defesa dos direitos humanos e dos presidiários.

Um a um, os processos foram prescrevendo. Mas Nelson decidiu se candidatar novamente a prefeito de sua terra. Eleito, ganhou prerrogativas de foro, essa figura esdrúxula que os leigos chamam de “foro privilegiado”. Com isso, seu caso subiu para a segunda instância, não se beneficiando da prescrição.

Nelson foi alertado para isso, mas sua vocação pública falou mais alto. Fez uma gestão modelar. Ganhou prêmios como prefeito empreendedor e aprovou uma Lei do Zoneamento que se tornou exemplo para toda a região.

Mas o processo foi se acelerando e o emérito advogado abandonou a causa, por uma questão de perda de escala. Defender vários diretores era mais rentável e demandava o mesmo trabalho. Um só, tornava-se oneroso. E Nelsinho foi jogado ao relento.

Tornou-se alvo de várias denúncias, uma denúncia para cada operação aprovada, todas por “gestão temerária”, nenhuma por corrupção, nenhuma operação sendo de sua responsabilidade.

Em um dos depoimentos, ousou afrontar um semideus. Um juiz agressivo mencionou a desonestidade do grupo de Quércia e incluiu Nelsinho na generalização. Ele reagiu:

– Seria o mesmo que dizer que todos os juízes são como o juiz Nicolau.

O semideus não gostou e o condenou. Mais tarde, os deuses do Supremo decidiram votar pela prisão após condenação em segunda instância. E, aí, Nelsinho passou a viver seu inferno pessoal, recebendo a solidariedade de Del Bosco do Amaral, que conviveu com ele.

Ficou preso um tempo, condenado pelo primeiro processo. Saiu com um habeas corpus de Gilmar Mendes que, no entanto, não julgou o mérito da causa. Voltou para a cadeia, devido ao segundo processo. No momento, sua liberdade depende dos votos de Gilmar, julgando o mérito do primeiro processo, e Ricardo Lewandowski, analisando o pedido de habeas corpus do segundo.

Em sua casa, em São João, gozando o breve intervalo livre. Espírito forte, Nelson tem dois lamentos.

O primeiro, o de não poder participar do debate político atual. O segundo, não poder mais difundir sua grande mensagem: que é possível fazer política honesta.

O punitivismo cego venceu a esperança.

Quem é melhor do que Dener na lista de Tite ?

(Dener, excepcional jogador brasileiro, ex-Portuguesa e Vasco da Gama, vitimado por acidente de carro ainda em início de carreira, nos anos 90)

Depois da CIA, outro documento sinistro

Da FOLHA

Por CLÓVIS ROSSI

A mentalidade paranoica prosseguiu na democracia

A autorização para matar, revelada pelo documento da CIA divulgado por Matias Spektor na semana passada, é consequência inescapável de uma paranoia que, se chegou ao auge na ditadura, permaneceu também na democracia, ao menos por algum tempo.

É o que fica claro em documento que a Folha obteve e divulgou em 1988. Era o texto da 17ª Conferência dos Exércitos Americanos, realizada em Mar del Plata (Argentina) em 1987. Já haviam caído as ditaduras no Brasil (1985), na própria Argentina (1983) e no Uruguai (1985), mas estava de pé no Chile.

Em plena democracia, o documento dos exércitos era um monumento à paranoia anticomunista e ao intervencionismo militar para enfrentar o fantasma do comunismo. O informe sobre “a situação da subversão no Brasil”, assinado pelo general de brigada Paulo Neves de Aquino, afirma que “dos 559 membros da Assembleia Geral Constituinte, cerca de 30% são militantes ou simpatizantes das OS” (“organizações subversivas”).

Neves de Aquino não era figura secundária na hierarquia militar, tanto que, depois, foi comandante militar do Sudeste, a guarnição mais importante do país, por ter sede em São Paulo.

Na época da emissão do documento (repito, 1987), a luta armada já havia sido desbaratada e todos os constituintes tinham mandatos legitimamente obtidos nas urnas, como candidatos de partidos legais, que, como tais, não podiam ser chamados de “organizações subversivas”.

Um dos 15 acordos assinados em Mar del Plata (o de número 15) partia do princípio de que “o Movimento Comunista Internacional (MCI) continua sendo a ameaça comum e principal a todos os países americanos e, como tal, deve ser combatida, particularmente através da união e de procedimentos comuns entre todos os exércitos americanos”.

Essa expressão, “união e procedimentos comuns”, é, claramente, o espírito que orientou a Operação Condor, a multinacional da repressão que perseguiu e matou adversários das ditaduras instaladas em boa parte da região.

O documento defendia, ainda, a intervenção dos exércitos “nos demais campos do poder”, além do campo estritamente militar.

O documento dedicou 15 páginas à análise de Teologia da Libertação, formulação teológica embebida de marxismo desenvolvida na América Latina a partir da década de 1960.

A análise de inteligência militar não condena a TL em si, mas sim o que chama de “variantes marxistas da Teologia da Libertação”. Cita nominalmente um punhado de teólogos como integrantes dessas “variantes marxistas”, entre eles o brasileiro Hugo Assman, sociólogo e doutor em Teologia (morreu em 2008).

Chama a atenção que, entre os “subversivos” citados, figurava o jesuíta espanhol Ignácio Ellacuría. Dois anos depois, em 1989, Ellacuría foi assassinado em El Salvador, onde servia, por um pelotão do Batalhão Atlacatl das Forças Armadas locais, junto com outros cinco jesuítas.

A mentalidade que impregna o documento de 1987, já na democracia, ajuda a entender a decisão de autorizar execuções de opositores, tomada na ditadura.

Mentalidade assim descrita em editorial desta Folha a propósito da publicação do documento dos exércitos emitido em Mar del Plata: “Seria uma débil opinião pública, por outro lado, a que não repudiasse com máximo vigor este testemunho de um autoritarismo, de uma rusticidade mental, de uma estreiteza e de uma prepotência que já foram amplamente ultrapassados pela sociedade brasileira”.

O dramático é que reapareçam agora, 33 anos após o fim da ditadura, cabeças que preservam essa “rusticidade mental” e essa “prepotência” que o editorial dava por ultrapassadas.

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