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Ações de crimes fiscais cometidos por dirigentes do Corinthians retornam à primeira instância

Andres Sanches, Raul Corrêa da Silva, Roberto Andrade e André Negão

Em 2014, o Corinthians precisou tomar mais de R$ 100 milhões emprestados de bancos e agentes de jogadores, a juros especulativos, para impedir a prisão de quatro de seus dirigentes por crimes fiscais cometidos no exercício de seus cargos no clube.

Andres Sanches, André Negão, Raul Corrêa da Silva e Roberto Andrade teriam, cada qual com sua responsabilidade, contribuído para a prática criminosa de apropriação indébita concomitante à sonegação de impostos.

O valor depositado (R$ 100 milhões) correspondia apenas a, aproximadamente, 25% da pendência, acima de R$ 400 milhões.

Três inquéritos foram protocolados no STF para investigar o assunto: 4069, 4070 e 4077, todos sob o julgo do Ministro Luis Roberto Barroso, que ontem, por conta da queda do foro privilegiado, devolveu-os para a justiça de São Paulo.

Diferentemente do que os dirigentes alvinegros informam em entrevistas e também nas reuniões do Conselho, as ações não foram encerradas.

Semestralmente, o Corinthians era obrigado a comprovar, no Supremo (terá que fazer também, agora, na Justiça de São Paulo), que mantinha as obrigações resultantes dos crimes em dia, evitando, assim, o rompimento do acordo, que, se ocorrer, deixará os quatro cartolas citados em situação bem complicada.

Em tempo: o Blog do Paulinho noticiou, na noite de ontem, que o STF enviou outro inquérito criminal contra Andres Sanches. Confira os detalhes no link a seguir:

STF envia investigação criminal contra Andres Sanches para a Justiça de São Paulo

 

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