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Diretoria do Peixe bajula facção organizada com festa de aniversário no Salão de Mármore

Alberto Francisco de Oliveira Júnior Alemão Fanático Santos Tatuagens (Foto: Bruno Gutierrez)

No próximo dia 18, o Salão de Mármore do Santos será utilizado para um “evento” pra lá de controverso, mas absolutamente alinhado com o atual nível dos dirigentes do clube.

Trata-se de aniversário do torcedor Alberto Francisco de Oliveira Junior, vulgo alemão, extremamente mal-afamado, além de pertencente a grupos de facções “organizadas”, que travestem-se de adeptos alvinegros, mas recebem vantagens para servir de tropa “presidencial”

O sujeito é conhecido, entre outras coisas, pelo fato de possuir diversas tatuagens no corpo com o símbolo do Peixe, uma delas na testa.

Em fevereiro, a Justiça impediu a realização duma festa de carnaval da “Sangue Jovem”, facção ligada a “Alemão”, no mesmo local em que se dará a referida comemoração, por grande possibilidade de tragédia.

Os cartolas do Peixe parecem mesmo mais interessados no poder do que no bem estar da agremiação.

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2 Responses to “Diretoria do Peixe bajula facção organizada com festa de aniversário no Salão de Mármore”

  1. bruno Says:

    Ih, Paulinho, a situação do peixe não vai nada bem. Descobriram até que um funcionário (Odir Cunha) mandou muito mau no blog dele, comentários contra ideologias de esquerda (e agora há esse boicote ao Santos por parte de sócios e torcedores de esquerda do clube: “Se minha ideologia não presta, meu dinheiro também não.” Encontraram até likes em comentários que atacam o Ademir Quintino, e em alguns que jogam dúvida sobre a vítima de abuso sexual na base. Aliás, Acharam mensagens no blog dele até de gente manchando a imagem do Mandela. E um comentário onde o Odir diz que o futebol feminino é supérfluo. O clube está uma zona. https://twitter.com/JaquelineAware/status/990869354693775360

  2. Frederico Alves Dutra Says:

    Paulinho… é justo e é democrático questionar o uso do salão de mármore. Sobretudo quais são os critérios de liberação do espaço.

    Entretanto, seu texto mais parece uma disputa política do que uma apuração jornalística. Em apenas cinco pequenos parágrafos você recheou a publicação de adjetivos e generalizações, a maioria de tom altamente pejorativo.

    Por mais críticas que se tenha ao pivô da notícia, não é razoável chamá-lo de “extremamente mal-afamado”. Qual o critério científico ou factível para afirmar isso? Parece fofoca de boteco, de vizinho, de vestiário de fábrica.

    Uma coisa é você pontuar as polêmicas, denúncias ou processos aos quais ele responda. Outra coisa é dizer que ele não tem boa fama. Isso não é jornalismo.

    Além disso, se referir a uma instituição de torcedores, resumindo-as ao adjetivo de facção “que travestem-se de alvinegros”, dizer que “recebem vantagens” e que são “tropa presidencial” – é de uma baixaria tremenda.

    As torcidas organizadas brasileiras são associações históricas, que possuem milhares de adeptos, Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), estatutos ajustados em consonância com o código civil, inscrição junto ao Ministério do Esporte e as Federações de futebol.

    Jornalismo trabalha com fatos, não com fofocas.
    Qualifique seus textos. Qualifique sua apuração.
    E qualifique, sobretudo, a ética da sua abordagem.

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