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Andres Sanches é apontado em “Detector de Corrupção”

Recentemente, necessário aplicativo foi lançado para tablets e celulares, com o sugestivo nome “Detector de Corrupção”.

Para baixá-lo basta acessar http://detectordecorrupcao.com.br

O programa é bem interessante.

Basta posicionar o celular em frente à fotografia dum político (ou até pessoalmente), para que revele a ficha criminal do sujeito.

O Blog do Paulinho testou com uma das inúmeras fotos que possui de Andres Sanches.

Confira abaixo o resultado:

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Íntegra do estranho contrato de André “Cachaça”, firmado entre Sport e Grêmio, com anuência de Andres Sanches

No último dia 15 de março, Sport Recife, Grêmio e André “Cachaça” acordaram a venda definitiva de 70% dos direitos do atleta ao clube gaúcho, disfarçada em contrato de empréstimo, por 2,5 milhões de Euros (R$ 10,6 milhões no câmbio de ontem).

A manobra, ao que parece, tenta esconder do fisco a operação definitiva, que, em tese, será concretizada como “gratuita”.

O Blog do Paulinho teve acesso à integra do contrato da transação (o leitor poderá baixar ao final da matéria).

Estranhamente, o presidente do Corinthians, clube detentor dos demais 30%, assinou o documento como anuente, sem nada cobrar pelo empréstimo, nem exigir o repasse, remunerado, de sua parte no negócio.

Talvez o fato dos agentes Fernando Garcia e Kia Joorabchian estarem envolvidos na transação justifique a facilitação.

Vale lembrar que para trazer André “Cachaça”, o Timão acertou pacote incluindo 60% dos direitos de Govanni Augusto, ambos pela quantia de R$ 15 milhões.

Sem convencer, os dirigentes do Corinthians, à época, disseram que o atacante chegou ao Parque São Jorge “sem custo”, que ficou embutido, discretamente, no acerto de luvas, no valor de R$ 4 milhões.

Voltando aos termos do contrato assinado, recentemente, as clausulas dizem que trata-se de empréstimo (20/03/2018 à 31/12/2018), porém, ao final do período, desde que todas as mensalidades estejam quitadas, a transferência provisória, automaticamente, “sem custo”, passa a ser definitiva.

Os valores que serão, obrigatoriamente, depositados no Banco Itaú, agência 3175, c/c (em nome do Sport) nº 29.476-2, ficaram assim combinados:

  • 500 mil Euros até o dia 05/04/2018;
  • 125 mil Euros até o dia 05/05/2018;
  • 1,25 milhão de Euro até o dia 31/08/2018;
  • 312,5 mil Euros até o dia 20/12/2018;
  • 312,5 mil Euros até o dia 31/01/2018

Para ter acesso à íntegra do contrato basta clicar no link a seguir:

ANDRE FELIPE RIBEIRO DE SOUZA – Contrato Cessão Provisória com Transf. Definitiva

Madame passou apertado no COF do Palmeiras

Leila Pereira e Paulo Serdan

Madame Leila Pereira, esposa do dono da Crefisa, passou apertada em reunião do COF, do Palmeiras, realizada na noite de ontem.

Os questionamentos se deram por conta da injeção de, aproximadamente, R$ 120 milhões em contratações de jogadores, reclassificadas, contabilmente, como empréstimos.

Alguns conselheiros questionaram-na pelo fato da Receita Federal ter desconfiado que a Crefisa tentava escamotear impostos ao não declarar a operação como tal.

Leila, como de hábito, fez discursos de “amor ao clube”, de “ajuda” à instituição, mas, de prático, pouco convenceu.

O COF, dias atrás, indicou ao Conselho que os contratos de mútuo da empresa com o Verdão deveriam ser reavaliados.

Se ontem o Verdão comemorava a quitação dos empréstimos com o ex-presidente Paulo Nobre (R$ 140 milhões), não sabe ainda como lidar, de fato, com os R$ 120 milhões da Madame, que devem ser ampliados se as orientações do COF não forem seguidas, nos anos que estão por vir.

Presente à reunião, Mustafá Contursi, que, por conta de traição política, quer ver Leila Pereira pelas costas, não no mesmo sentido que Paulo Serdan (da Mancha Verde), mal conseguia esconder a contrariedade.

Pai de assessor de imprensa do Corinthians lucra com a farra de ingressos de Itaquera

Marcos Ninzoli e Andres Sanches

Marcos Ninzoli, pai de Denis Ninzoli, assessor de imprensa do Corinthians – ligado a Olivério Junior, está lucrando com esquema de ingressos, alguns impressos em seu nome, dos quais não teria direito a receber.

As entradas, restritas a conselheiros alvinegros, estariam sendo revendidas, segundo informações, pela metade do preço, no facebook, sem o menor constrangimento.

Ontem, Ninzoli, que também é parente do ex-diretor das categorias de base, o agente de jogadores Fernando Alba – do grupo de Felipe Ezabella, ex-candidato a presidente alvnegro, anunciou ingresso para o jogo contra o Vitória, a ser realizado na próxima quinta-feira (10), no setor Oeste, que, pelo preço normal, custaria R$ 250.

Na chamada, além da foto da entrada, propagandeou:

“Tenho um ingresso sobrando para quinta ! Só um. Interessado, por favor, Inbox”

Se sobrou apenas uma unidade, subtende-se que, tirando o que utilizará para proveito próprio, o restante já foi comercializado.

Ninzoli esteve também na partida contra o Indepedendiente, pela Copa Libertadores, semana passada, sentou na Área VIP, utilizando-se de ingresso de conselheiro, com seu nome grafado, mesmo sem fazer parte do órgão alvinegro.

Em tese, uma fraude, com a conivência da diretoria alvinegra – alguns sentados ao seu lado nas cadeiras, e da OMNI, responsável pela impressão do documento.

Evidentemente, Ninzoli não é o único a se aproveitar.

A moleza é tão grande, talvez por conta do cargo ocupado pelo filho na diretoria de comunicação, além da bajulação a Andres Sanches, que o sujeito, vez por outra, vai até os vestiários para incomodar os jogadores, entre diversas liberdades.

ABAIXO DENIS NINZOLI, FILHO DE MARCOS

INGRESSO PARA O JOGO CONTRA O VITÓRIA, COMERCIALIZADO ONTEM, PELO FACEBOOK

[

INGRESSO PARA O JOGO CONTRA O INDEPENDIENTE, COM O NOME DE MARCOS NINZOLI – QUE ASSISTIU NA ÁREA VIP – RAFADO, INDEVIDAMENTE, COMO CONSELHEIRO

Interessante pesquisa sobre a prática do futebol no Brasil

O empresário americano Thomas Case, dono da empresa “Pés sem Dor”, co-fundador da “Catho”, foi um dos financiadores de interessante pesquisa (enviada ao Blog do Paulinho pela assessoria da empresa), utilizando-se do software “Survey Monkey”, que abordou 10.566 brasileiros, sobre a prática do futebol.

As perguntas, feitas pela internet, foram respondidas entre março e abril de 2018,

Entre os resultados mais alarmantes, está o de que 66% das pessoas não frequentaram estádios em 2017 e, entre os que compareceram, 11% o fizeram numa única oportunidade.

Evidência clara de que o interesse do “País do Futebol” pelo esporte segue diminuindo.

Confira abaixo um relatório do que foi apurado na pesquisa:

  • Foi identificado que um terço dos brasileiros assiste futebol na TV ao menos 1 vez na semana e que apenas 13% das pessoas não assiste nenhuma vez.
  • 66% da amostra não foi nenhuma vez ao estádio no último ano e apenas 11% das pessoas foram uma vez ao estádio.
  • A maioria das pessoas torcem para o Flamengo (24%) depois para o Corinthians (18%), seguido pelo São Paulo (9%).
  • 81% acham que o Brasil vai ganhar a Copa da Rússia de 2018.
  • Pessoas com menor nível de educação tem mais otimismo quanto a atuação do Brasil na Copa de 2018.
  • 40% dos brasileiros nunca jogaram futebol, 32% jogava no passado e 28% ainda joga.
  • Apenas 15% dos homens nunca jogaram futebol na vida, enquanto mais da metade das mulheres (60%) diz nunca ter jogado.
  • A região Norte tem o maior número de praticantes de futebol (34%).
  • 80% das pessoas param de jogar aos 25 anos e apenas 7% das pessoas ainda pratica futebol após os 40 anos.
  • 42% das pessoas jogam futebol por apenas 5 anos de suas vidas.
  • 50% das pessoas param de jogar futebol por perda de interesse pelo esporte e por falta de tempo foram os principais.
  • Os tipos de futebol mais praticados são de futebol de campo e salão, aproximadamente 40% cada.
  • As chuteiras sem cravos são as mais usadas, tanto por quem jogava quanto quem ainda joga, 45% e 42% respectivamente.
  • Apenas 17% dos que já pararam de jogar usavam tornozeleira ou bandagem muitas vezes ou sempre, contra 57% dos que jogam atualmente.
  • A posição do lateral (ala) no futebol é aquela que sofre com mais dores nos pés, seguido pelo goleiro.45% dos brasileiros que jogam usam chuteiras Nike.
  • As chuteiras que menos causam dor no pé são a Penalty, Nike e Topper, sendo Penalty a melhor delas. Já as piores são Diadora e Rebook, que causam dor com alguma frequência em 77,5% e 76,62% das pessoas respectivamente.
  • A chuteira da marca Rebook é a que menos causa lesões de joelhos, mas é a pior para lesões de tornozelo. A chuteira Nike é a mais segura para lesões de tornozelo.
  • Chuteiras de cravos grandes causam mais lesão nos joelhos;

A prática do futebol está relacionada com a dor no tornozelo. Daqueles que nunca jogaram bola, 48% relatam alguma dor no tornozelo, enquanto que 56% daqueles que jogam ou já jogaram relatam dor.

Para aqueles que jogam ou jogavam futebol se vê que lesões de tornozelo, como entorses, e lesões musculares são mais comuns, no entanto, lesões no pé, como a fascite plantar, são bem menos comuns entre aqueles que jogam futebol.

Society é o tipo de futebol que mais causa lesões. 55% das pessoas que joga Society já sofreu alguma lesão, enquanto que para todos os outros esportes esse número é menos da metade.

O atacante e o lateral (ala) são aqueles que mais sofrem lesões (45% dos casos) e o goleiro é a posição mais segura (40% sofrem com lesões).

Quem usa palmilha tem menos lesões musculares do que para quem não usa.

Há uma maior incidência de bolhas entre as pessoas que jogam ou jogavam futebol do que os que nunca jogaram

Quanto maior o número de meias usados maior a chance da formação de bolhas e calos.

Usar a chuteira apertada nas laterais, além de um possível desconforto também causa aumento da frequência de formação de bolhas.

A prevalência da lei

EDITORIAL DO ESTADÃO

Se o voluntarismo judicial gera uma grave distorção no sistema jurídico, ao fazer com que os efeitos da lei não sejam expressão apenas da vontade do Congresso, ele se torna ainda mais prejudicial na hora de aplicar a Constituição

Se o voluntarismo judicial gera uma grave distorção no sistema jurídico, ao fazer com que os efeitos da lei não sejam expressão apenas da vontade do Congresso – mas também da particular vontade de juízes –, ele se torna ainda mais prejudicial na hora de aplicar a Constituição. É o que se tem visto em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que tantas vezes dizem exatamente o contrário daquilo que está expresso nos artigos da Carta Magna.

A Constituição é a lei de maior hierarquia no País. Todas as outras leis devem estar em conformidade com o seu conteúdo. Se o conteúdo constitucional está sujeito a um tratamento fluido, que não respeita a literalidade do texto, todo o sistema jurídico é afetado pela instabilidade e insegurança. Já não existe critério seguro, sendo tudo passível de uma nova e criativa interpretação.

Não resta dúvida de que, às vezes, é preciso fazer uma aplicação sistêmica da lei, corrigindo eventuais omissões e contradições. Tal necessidade, no entanto, não autoriza a desprezar o que o legislador constituinte escreveu. Em geral, as interpretações contrárias ao texto constitucional não se baseiam numa avaliação global do ordenamento jurídico, de modo a conferir-lhe maior unidade. Ocorre justamente o oposto. O que se vê são discordâncias pessoais em relação ao texto legal que levam a interpretações casuísticas, sem nenhuma consistência sistêmica, e que produzem outras e maiores contradições.

Sempre houve uma margem subjetiva na aplicação da lei. O problema é que, atualmente, se perdeu a reverência pelo texto constitucional. Muitos juízes reivindicam para si liberdade total para interpretar a lei, rejeitando qualquer limite objetivo nessa tarefa. Tornam-se soberanos com poderes absolutos.

Como é óbvio, tal lógica confere um poder excessivo ao Judiciário, que teria a faculdade de atribuir à lei o sentido que mais lhe convém. Raríssimas vezes o sentido dado à lei por esses juízes todo-poderosos guarda alguma relação com o texto aprovado pelo Congresso – esse, sim, o locus da soberania.

Quando se discutem essas questões, é frequente tratar o STF com condescendência. Por ser o tribunal de maior hierarquia no Judiciário, diz-se que ele teria o direito a errar por último. Ou ainda que a Constituição não seria o que está escrito no livrinho, mas aquilo que o STF define como sendo a Constituição.

A posição hierárquica do STF confere-lhe, não há dúvida, uma enorme responsabilidade. Mas esta é a responsabilidade de ser fiel ao texto constitucional, não a de ditá-lo como quiser. Sua missão institucional é ser o guardião da Carta Magna. Assim, é um equívoco achar que, por ser a Corte mais alta, o Supremo teria total liberdade interpretativa ou que não precisaria respeitar os limites expressos no texto.

O STF tem o dever de ser exemplo a todo o Judiciário, em especial de respeito ao texto definido pela Assembleia Constituinte. Num Estado Democrático de Direito, não cabem interpretações judiciais que desautorizam o texto constitucional. Os ministros do STF não são árbitros da Constituição. Há juízes, por exemplo, que agem como se fosse da alçada da Suprema Corte retirar vigência de parte do texto constitucional por considerá-lo incompatível com o sentimento atual da população. Agindo assim, os ministros do STF assumem o papel que ninguém lhes outorgou – o de serem oráculos da vontade da população.

A Constituição não é aquilo que o Supremo diz ser. É a Constituição que define o que o Supremo deve ser e como deve se portar. Por exemplo, não cabe aos ministros do STF ponderar se devem respeitar as competências privativas do Congresso Nacional. Não há situação, por mais excepcional que seja, que justifique ultrapassar os limites de cada Poder.

A Carta Magna de 1988 tem muitos defeitos e compete ao Congresso corrigi-los. Mas não se encontra no texto constitucional o disparate de estabelecer que o País será regido pela vontade de 11 ministros, que não receberam nenhum voto popular. Numa República vale a lei – não a arrogância de seu intérprete.

O asqueroso corporativismo do jornalismo esportivo

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Por JOSÉ RENATO SATIRO SANTIAGO

Eram meados de 2016 quando um grande amigo me convidou a fazer parte da equipe de redação da maior revista especializada em futebol do país.

Recém adquirida de outra editora, uma gigante em decadência, a revista, certamente, também vivia seus últimos momentos. Em que pese este fato, reforçado pelo fato de eu trabalhar como consultor em áreas de gestão de grandes empresas, meu amor pelo futebol foi mais forte.

Logo veio à minha mente o fato de eu ter aprendido a ler através desta revista, ainda em tempo de veiculação semanal durante os anos 1970. Além disso, apesar de ter em minha parede alguns títulos, dentre eles os de doutor e mestre em engenharia, nada me orgulhava mais que o fato de já ter escrito, até então 12 livros, sendo mais da metade deles sobre futebol.

Dono do maior acervo de publicações sobre futebol no mundo, o que garantia meu nome no Guinness World Records, e presente em programas de grandes emissoras nacionais, entre eles Jô Onze e Meia, Jornal Hoje e Globo Esporte, jamais tivera um único texto meu publicado nesta revista.

Ainda que tenha dentro de mim as raízes da humildade, sempre tive a certeza absoluta de minha competência e o fato de ter artigos publicados em revistas tais como Harvard Business Review, Exame, Aventuras na História e vários jornais nacionais, comprovavam isso.

Foi como uma lavagem de alma que passei a escrever textos para a revista, a realização de um sonho. Conseguia dividir meu tempo entre a redação e minhas atividades de consultoria. Durante alguns meses, juntamente com um colega, mantivemos a revista com textos que cobriam o futebol nacional em vários estados brasileiros. Não durou muito.

Logo a revista acabou por voltar a sua editora original. Antes de ir, sentei com meu amigo, diretor da editora que acabara de ceder de volta o título da revista e depois de muito agradecer, o antecipei que não acreditava na minha permanência na revista.

Na verdade, fiquei lá por apenas três dias. Fui mandado embora e trocado por uma equipe de jornalistas que estão desde novembro daquele ano velando os derradeiros dias de vida da revista.

O meu desligamento veio como um presente pois coincidiu com a chegada de um novo importante cliente da minha consultoria. Se minha rotina de trabalho já estava intensa, ficou ainda mais e graças a Ele, me trouxe coisas muito boas.

Ainda assim, inegável afirmar que meu afastamento se deve exclusivamente ao fato de eu não fazer parte da patotinha de jornalistas que coabitam a revista já faz tanto tempo.

Sendo assim ainda que discorde de muitas das opiniões de Juninho Pernambucano, sei muito bem que apenas quando ele fez críticas sobre os jornalistas setoristas, seu destino foi selado.

O corporativismo, algo tão presente em tantos segmentos profissionais, é o ar respirado por grande parte dos jornalistas esportivos, em sua maioria, fracos e desonestos.

Todos sabem que grande parte dos jornalistas esportivos presta serviço, muitas vezes em troca de vantagens, para clubes de futebol, sobre os quais comentam e divulgam informações. E isso é apenas uma ponta do iceberg. São pouquíssimos que assim não os fazem e a eles que peço: Resistam!!!

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Tática de guerrilha.

Punidos, perdemos, até então, mais de onze mil seguidores, que precisarão assinar novamente nosso canal para ter acesso aos milhares de vídeos, que estamos repostando, um a um (trabalho de uma semana).

Tenho certeza que os. em média, mais de quarenta mil acessos diários do Blog do Paulinho darão resposta à intimidação.

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