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Quarta colocação em faturamento revela incompetência administrativa do Corinthians

É inquestionável que, entre os clubes de futebol do país, as duas marcas mais valiosas, comercialmente, são as de Corinthians e Flamengo, clubes que acertam, sempre, os melhores contratos de televisão.

No caso do Timão, a vantagem é maior, por ter a grande parte de sua torcida consolidada em São Paulo – local em que o dinheiro do Brasil se movimenta – e liderar, ainda, segundo pesquisas, com larga folga diante do segundo colocado (exatamente o Mengão), a quantidade de adeptos na região Sudeste.

Nesse contexto, é inadmissível, levando-se em consideração que o clube de Parque São Jorge venceu quase todos os títulos relevantes dos últimos anos (com premiações), que o Corinthians não possua a maior arrecadação entre todos, se tanto, figurando na segunda colocação (o que já seria uma derrota).

A realidade, porém, indica bem o nível de incompetência da gestão alvinegra, que tem sido salva, nos últimos anos, por seu departamento de futebol.

Segundo dados oficiais dos balanços dos principais clubes nacionais, o Corinthians amarga apenas a quarta colocação, com R$ 391,2 milhões arrecadados em 2017, valor menor do que conseguiu em 2016 (R$ 485,4 milhões), mesmo em ano de sucesso esportivo.

O Timão está atrás de Flamengo (R$ 648,7 milhões), Palmeiras (R$ 503,7 milhões) e, incrivelmente, do São Paulo (R$ 480,1 milhões), nitidamente com menos possibilidades, neste momento, de arrecadação.

Dirigentes do Corinthians poderão dizer: “Ah! Mas essa lista inclui receitas de vendas de jogadores”, o que poderia, de fato, ocasionar alguma distorção.

Por isso, o Blog do Paulinho pesquisou uma lista retirando todo o dinheiro adquirido pelas agremiações nesse tipo de negócio, e, nem assim, o Timão subiu de colocação, permanecendo em quarto lugar com R$ 293,4 milhões.

Nesse apanhado, o Palmeiras assume a liderança (R$ 466,4 milhões), o Flamengo é o vice (R$ 465,6 milhões) e o Cruzeiro sobe para terceiro (R$ 309,2 milhões), superando o Corinthians, empurrando o Tricolor para a quinta colocação.

Dentro da realidade inquestionável dos números, os dirigentes do Corinthians, principalmente Luis Paulo Rosenberg e Andres Sanches, tem procurado, em entrevistas recentes, fugir do assunto, evitando constrangimentos.

Rosenberg, acostumado a se dar bem quando em ambiente de mentiras, passou apertado na última reunião do Conselho Deliberativo, quando confrontando pela verdade (em questionamentos de Roque Citadini), demonstrando não ter habilidade em assuntos que fogem de seus habituais delírios retóricos.

Enquanto isso, Sanches, menos educado, prefere criar polêmica, falar de adversários, inventar números e procedimentos (contando com a desinformação da imprensa), com a facilidade de quem nunca se deu muito bem com a honestidade.

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Ricardo Rocha é flagrado com sócio agente de jogadores no Rio de Janeiro

Ricardo Rocha, Jailton Oliveira, Alexandre Torres e Rodrigo Caetano

No dia 29 de dezembro, o Blog do Paulinho revelou que o Coordenador de Futebol do São Paulo, ex-zagueiro Ricardo Rocha, é agente de jogadores, mantendo com outro ex-jogador, o ex-central Torres (filho do Capitão do Tri), sociedade na empresa RT – Rocha & Torres Consultoria Esportiva Ltda, constituída em fevereiro de 2011, sob CNPJ nº 13.269.317/0001-70, na Av. das Américas 8445 – Sala 1008, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ.

Novo Coordenador de Futebol do São Paulo, Ricardo Rocha é agente de jogadores há mais de dez anos

O primeiro grande erro de Raí, responsável por selecioná-lo ao clube.

Questionado pela imprensa, Rocha, assim como ocorre em todos os casos semelhantes, negou, dizendo tratar-se de “coisa antiga”.

Ontem, no Rio de Janeiro, mais precisamente no “Rio Design Barra”, uma mesa só com agentes de jogadores, no bar Devassa, chamava a atenção dos frequentadores.

Nela estavam sentados: Ricardo Rocha, seu sócio Alexandre Torres, Jailton Oliveira e o agente Rodrigo Caetano, que, assim como ocorre com o gestor tricolor, também acumula, por vezes, com a conivência ou, talvez, sociedade dos dirigentes, cargos na direção de futebol de grandes clubes brasileiros.

Enquanto isso, o São Paulo (de quem o ex-zagueiro recebe salários), que não é do Rio de Janeiro, treinava na Capital paulista, local em que jogará contra o Atlético/MG pelo Brasileirão.

O Mosquito de Fernando Garcia no Corinthians

Atacante Mosquito estava em briga judicial com o Coritiba para deixar o clube (Foto: Divulgação/Coritiba)

O jogador Mosquito, revelado pela base do Coritiba em 2017, acertou pré-contrato com o Corinthians e deverá se apresentar, em breve, ao clube de Parque São Jorge.

Não conseguiria se antes disso recusasse acordo com o agente Fernando Garcia, que é, desde então, gestor de sua carreira.

A acordo do atleta com o Timão somente foi revelado porque a equipe paranaense, aparentemente indignada com a recusa em renovar contrato do jogador, emitiu Nota Oficial detalhando o ocorrido.

Para a gestão de futebol do Corinthians, entre centenas de empresários, somente três devem ser “competentes”: Fernando Garcia, Carlos Leite e Giuliano Bertolucci/Kia Joorabchian, todos, coincidentemente, ligados ao presidente Andres Sanches, à ponto do Timão preferir, por vezes, tomar dinheiro emprestado deles, mesmo com a cobrança de juros acima do mercado, do que recorrer aos bancos em que, há anos, é correntista.

São Paulo se livra de multa por poluição sonora ao comprovar erro da CETESB

Resultado de imagem para black sabbath morumbi

Em dezembro de 2016, o São Paulo foi multado pela prática de “Poluição Sonora” ocorrida no estádio do Morumbi em show da banda Black Sabbath.

R$ 50 mil era o valor.

O clube ingressou na Justiça e conseguiu comprovar que a CETESB, autora da medição, cometeu grave equívoco, e que o MP-SP, mesmo alertado, defendeu a denúncia.

Em resumo, a checagem não levou em consideração fortes chuvas que transcorreram durante todo o evento, potencializadoras do “barulho”.

A CETESB foi intimida a expor as fitas para rebater a tese do clube (mostrando que mediu os efeitos do som no intervalo destas intercorrências), mas não juntou-as ao processo, razão pela qual a Justiça deu razão ao Tricolor.


NOTA DA CETESB

Caro Paulinho / “Blog do Paulinho”,

A CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo vem prestar alguns esclarecimentos com relação à equivocada notícia veiculada no “Blog do Paulinho”, com o título “São Paulo se livra de multa por poluição sonora ao comprovar erro da CETESB”, afirmando enganosamente que o São Paulo F.C. teria conseguido demonstrar  que a Companhia, autora da medição de ruídos, teria cometido “grave equívoco”.

Além disso, também, deu a falsa impressão, ao leitor desavisado, de que a autuação mencionada teria sido emitida pela agência ambiental paulista, o que não foi o caso, já que a CETESB apenas procedeu às medições, por solicitação do Ministério Público do Estado de São Paulo, tendo a esse órgão encaminhado os resultados do trabalho realizado e encerrado, aí, sua participação no episódio. Ressaltamos: a CETESB não emitiu  nenhuma multa ao clube, tendo tão somente efetivado as medições de ruído por solicitação do MP e a este, posteriormente, enviado os resultados.

Prestamos, então, os seguintes e amplos esclarecimentos, com o fim de subsidiá-lo a compreender que a Companhia não cometeu nenhum equívoco na medição de ruídos e, ao mesmo tempo, dar-lhe a oportunidade de corretamente informar aos seus leitores, com relação à participação da CETESB no caso. Eis:

A Procuradoria Geral do Estado – PGE, encaminhou e-mail à Companhia em 22/11/2017, solicitando esclarecimentos sobre as medições de níveis de ruído realizadas pela CETESB no entorno do Estádio do São Paulo Futebol Clube, durante o show musical do grupo Black Sabbath, cujos resultados encontram-se em Parecer Técnico de dezembro de 2016.

As medições foram realizadas no dia 04/12/2016, em atendimento ao Ministério Público do Estado de São Paulo – Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Capital – 2ª PJMCA.

1 – Com relação às alegações de que as medições foram realizadas com a ocorrência de chuva, esclarecemos:

A Norma NBR 10.151 – “Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade” – , da ABNT, estabelece no item 5.1 “Condições gerais”, que Não devem ser efetuadas medições na existência de interferências audíveis advindas de fenômenos da natureza (por exemplo: trovões, chuvas fortes etc.).”

Os técnicos da CETESB responsáveis pela avaliação informaram que na data das medições do show do grupo Black Sabbath, ocorreram pancadas de chuvas esporádicas (típicas de verão), sendo que na maior parte do tempo a chuva parava por completo.

As medições dos níveis de ruído ambiente – Lra, assim como as medições durante a ocorrência do show realizadas pela CETESB, foram efetuadas nos períodos em que não havia ocorrência de chuva; portanto, os dados coletados são válidos e atendendo às diretrizes estabelecidas na legislação vigente.

Caso, na data das medições, ocorresse chuva ininterrupta, a CETESB não realizaria as medições de níveis de ruído.

2 –  Com relação às alegações de que as medições foram realizadas em períodos diversos (diurno e noturno) e os resultados comparados com os níveis de ruído do período noturno, esclarecemos:

Para uma avaliação de níveis de ruído com base nos critérios estabelecidos pela Norma NBR 10.151, da ABNT, são necessários no mínimo 2 (dois) tipos de medições:

A medição com a operação da atividade objeto de avaliação, no presente caso, as medições do show musical do grupo Black Sabbath; e

A medição dos níveis de ruído ambiente – Lra, sem a ocorrência da atividade objeto de avaliação, ou seja, medições sem a ocorrência do show do grupo Black Sabbath, ou influência do público dentro do estádio do Morumbi.

As medições realizadas pela CETESB e constantes no Parecer Técnico obedeceram às duas condições anteriormente descritas, e foram realizadas da seguinte forma:

“Níveis de ruído ambiente (Lra)“ com início por volta das 18h05, ou seja, no início da noite; e

“Níveis de ruído com a realização do show”, com início por volta das 20h30.

A justificativa para o início das medições de Níveis de ruído ambiente – Lra, por volta das 18h05, é pelo motivo de que as medições de Lra devem obrigatoriamente ser realizadas sem a interferência do show musical, ou seja, não poderia haver nenhum tipo de ocorrência de música ou mesmo de ruído gerado pelo público dentro do estádio do Morumbi, enquanto fossem realizadas as medições de níveis de ruído ambiente – Lra.

Como é praticamente impossível paralisar todas as atividades do show musical, ou mesmo, conter o público dentro do estádio sem fazer qualquer tipo barulho, para que a CETESB pudesse fazer as medições dos níveis de ruído ambiente, no mesmo horário de ocorrência do show musical, os técnicos da CETESB optaram por iniciar as medições de níveis de ruído ambiente – Lra antes do início do show musical, ou seja, as 18h05. É importante frisar que as medições se iniciaram neste horário e se estenderam até o início do show da banda Black Sabbath, ou seja, já no período noturno.

Salienta-se ainda que a realização das medições dos níveis de ruído ambiente – Lra, antes do início do show musical, não prejudicou, em nenhum momento, os resultados das medições, ou mesmo o requerido (réu), pois as medições de Lra foram realizadas em período de maior movimento de pessoas e tráfego de veículos na região, o que poderia favorecer o requerido com um Lra mais alto. Caso os níveis de ruído ambiente fossem realizados após o show musical e após o deslocamento de todas as pessoas (público) da região (após as 22h00), os níveis de ruído ambiente medidos seriam ainda menores do que os obtidos pela CETESB, antes da realização do show musical.

3 – Por fim, frente à alegação de que não foi tal medição acompanhada pelos representantes do clube, ofendendo assim o contraditório, esclarecemos:

A Norma NBR 10.151, da ABNT, não estabelece que as medições de níveis de ruído geradas por determinadas empresas, atividades ou fontes devem ser acompanhadas por seus representantes legais. Salienta-se que a CETESB tem por princípio, não avisar a empresa, atividade ou fonte a ser avaliada, para se evitar redução de atividade ou mesmo volume, de forma a comprometer as condições normais de funcionamento da atividade/fonte objeto de avaliação.

Salienta-se ainda, que no Ofício nº 5197/16 – 2ª PJMAC, encaminhado pela Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Capital, que solicitou que a CETESB realizasse as medições de níveis de ruído do show musical da Banda Black Sabbath, não constava a necessidade de se avisar os representantes do clube sobre a data e horários das medições. Portanto, a CETESB realizou as medições conforme seus princípios de não avisar o reclamado.

Assessoria de Imprensa

CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo

Nosso sindicalismo é uma vergonha

Milton Simas, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, durante abordagem a repórter Marc Sousa, da Record, que estava próximo a acampamento pró-Lula em Curitiba (PR)

Da FOLHA

Por ROBERTO DIAS

‘Aviso’ de sindicalista a repórter é sintoma das fragilidades do movimento

“Vocês falaram mal do acampamento, tu vai lá para onde tá o carro da polícia.”

Quem diz isso é o presidente do Sindicato dos Jornalistas do RS, Milton Simas. Vestido com camiseta do MST, ele está no acampamento Marisa Letícia, em Curitiba, onde pessoas que defendem o ex-presidente Lula foram alvo de atentado a tiros no sábado passado (28).

Seu interlocutor é o repórter de televisão Marc Sousa. “Vocês são do SBT”, diz Simas. “Não, da Record”, responde o repórter. O erro de informação não lhe importou: “Acho que a imprensa tá toda junto no golpe”.

O que o sindicalista queria mesmo era advertir: “Sou jornalista, teu colega, tô te avisando que é para preservar tua integridade. Pro teu bem”.

O vídeo é constrangedor. Como tudo é possível neste mundo, a coisa ficou ainda pior quando Simas resolveu se explicar, noutro vídeo.

Dizendo defender “a liberdade de expressão e o livre exercício da profissão” —exatamente o contrário do que praticou—, ele afirmou que a CUT ajudou a bancar a viagem e recorreu a argumentos tão ou mais absurdos para explicar sua atitude.

“Fizemos cursos [sobre] como nós profissionais jornalistas devemos trabalhar em pautas de risco”, disse ao justificar seu “aviso” em Curitiba. Ele acha que estava em pauta? Ou que é chefe do repórter?

“Ressalto aqui que não tinha nenhum representante do sindicato dos jornalistas daquele estado [PR]”, afirmou. E deveria? Por qual motivo?

Simas é só um sintoma. Vale lembrar a nota do Sindicato dos Jornalistas de SP na prisão de Lula, culpando as empresas pelas agressões a seus profissionais, para ver como o problema está enraizado.

As fragilidades do sindicalismo obviamente atravessam profissões. Ficam por demais evidentes quando vistas dentro da sua. Gente que usa o dinheiro que deveria defender uma categoria para fazer política. O sindicalismo adora culpar todo mundo por seu enfraquecimento —mas ele é que enfraquece a si próprio.

Desabamento revela a máfia do movimento sem-teto

Da FOLHA

Por LEANDRO NARLOCH

Desabrigados contaram que pagavam entre R$ 200 e R$ 500 de aluguel aos coordenadores do movimento

Um grupo especializado em invasões entra num local abandonado, toma posse, divide o espaço em pequenos lotes e os repassa a gente pobre cobrando uma boa taxa pelo serviço.

Esse é o modo de ação das milícias do Rio de Janeiro. Como a imprensa revelou esta semana, milícias invadem parques e terrenos baldios e vendem a posse dos lotes por até R$ 100 mil.

Também é o modo de ação do LMD (Luta por Moradia Digna), como viemos a descobrir depois do desabamento de ontem. O coordenador do LMD, Ricardo Luciano, disse cobrar uma taxa de R$ 80 para bancar a manutenção do prédio. Difícil acreditar: diversos desabrigados pelo incêndio contaram a jornalistas que pagavam entre R$ 200 e R$ 500 de aluguel aos coordenadores.

Segundo reportagem da Folha, moradores ficaram indignados quando uma vizinha disse numa entrevista que a taxa era opcional. Mostraram carnês e recibos, e contaram que o movimento até cobrava juros. No Jornal Nacional, uma peruana afirmou que inadimplentes eram expulsos.

Pelo menos 120 famílias viviam no prédio. Temos aí entre R$ 24 mil e R$ 60 mil por mês vindos de só um dos setenta prédios ocupados por movimentos sem-teto no centro de São Paulo. Para onde vai esse dinheiro?

Para a manutenção e segurança do prédio nós sabemos que o dinheiro não ia. O movimento Luta por Moradia Digna não oferecia uma moradia exatamente digna a seus clientes. Sobram relatos de sujeira, instalações elétricas incendiárias, ratos pelos corredores e cortes frequentes de energia.

Uma pista do destino dos aluguéis está numa edição do Profissão Repórter de 2013. Ao conhecer a rotina de uma coordenadora dos sem-teto de um prédio na República, o repórter do programa ficou estupefato quando a mulher tirou seu carro da garagem —uma SUV nova e reluzente. Se tinha dinheiro para aquele carro, por que não pagava aluguel?

“Os dois coordenadores pegaram o carrinho deles, abriram o portão e saíram fora. Abandonaram a gente”, disse um morador do edifício Wilton Paes de Almeida depois do incêndio de ontem.

Claro que há diferenças entre os sem-teto de São Paulo e as milícias do Rio. Um tem marketing de movimento de esquerda, o outro não. Um tem apoio da imprensa e de ONGs; o outro enfrenta o ódio desses grupos. As milícias intimidam comerciantes e obrigam moradores a comprar gás e TV a cabo do seu monopólio —não há notícia, pelo menos até agora, que os sem-teto façam isso.

No ramo imobiliário, no entanto, o business das milícias e dos sem-teto é o mesmo: pegar uma propriedade de graça e lucrar com a venda da posse ou o aluguel.

Em casos raros, talvez até seja um negócio legítimo —uma empresa especializada em ocupar prédios públicos abandonados e oferecê-los a clientes pobres por um aluguel mais barato que a média da região. Mas é um negócio, que busca lucro por meio da especulação imobiliária. E não um movimento social como os marqueteiros dos sem-teto tentam nos convencer.

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Tenho certeza que os. em média, mais de quarenta mil acessos diários do Blog do Paulinho darão resposta à intimidação.

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