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Conselheiro do Palmeiras, acusado de golpes diversos, tentou penhorar título remido do clube

Astorino

João Roberto Astorino, conselheiro eleito do Palmeiras, ligado à chapa UVB, está sendo, desde 2015, processado por enriquecimento ilícito, em ação que tramita na 3ª Vara do Foro de Pinheiros, e tem como vítima o Sr. Bruno Zangari.

Depois de obrigar o clube a informar o paradeiro de seu conselheiro, enfim, a justiça conseguiu, a duras penas, citá-lo para prestar esclarecimentos.

Sem contestar a irregularidade, no intuíto de resolver rapidamente o problema, Astorino ofereceu, em penhora (para, supostamente, garantir e execução) ao denunciante seu título remido do Palmeiras, que alegou valer “R$ 50 mil”, bem mais do que a dívida cobrada, em torno de R$ 10 mil.

Porém, o clube, intimado judicialmente, desmentiu seu conselheiro, dizendo que o estatuto não permite a comercialização, nem a utilização como meio de pagamento, do documento em questão.

Astorino terá agora que se virar para quitar a pendência, agora ampliada com o vexame de utilizar-se de bem palestrino que, para quem tem discurso de amor ao clube, sequer deveria ter sido pensado como alternativa.

Não é o primeiro problema judicial do conselheiro palmeirense.

Em 17 de março de 2014, Astorino foi condenado a pagar R$ 75,4 mil por calote no cartão de crédito do banco BANKPAR, sendo, até então, procurado pela Justiça para saldar o valor devido.

Os oficiais de justiça encontram dificuldade, também, para cita-lo noutro processo, também de “estouro” de cartão, desta vez do banco Itau-Unibanco, no valor de R$ 93,7 mil, distribuido em dezembro de 2014.

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