Anúncios

Archive for 10 abril, 2017

Corinthians: Osmar Stabile e André Negão fazem campanha juntos em Juquiá

abril 10, 2017

Ontem (09), enquanto o Corinthians disputava sua vaga às semifinais do paulistinha, contra o Botafogo, em Itaquera, duas de suas lideranças políticas, que andaram trocando farpas nos últimos dias, estavam na cidade de Juquiá, fazendo campanha.

Parece, tudo indica, que se acertaram.

Pelo menos é o que mostra a faixa do evento, que remetia ao 68º aniversário da cidade, e, além do logo da Prefeitura local, colocava, lado a lado, os dizeres “vamos stabilizar” (de Osmar Stabile) e “vice-presidente André Luiz de Oliveira” (de André Negão).

Em regra, esse tipo de publicidade se dá para quem banca o evento.

Vale lembrar que André Negão foi acusado, em delação premiada, de intermediar propina da Odebrecht para o deputado federal Andres Sanches (PT), situação esta que não deve estar à margem do conhecimento de Stabile.

No mínimo estranho.

Se o jogo trata-se de uma exibição oficial do Corinthians Masters, Stabile, que apresenta-se como oposicionista, não poderia estar na faixa com slogan de campanha que se diz contrário à atual gestão, o que nos leva a crer que a partida não estava autorizada pelo clube, o que seria ainda mais grave, por conta da utilização, indevida, de nome e símbolo alvinegro para uni-los em situação de proveito próprio.

Mais do que “stabilidade”, parece faltar vergonha no Parque São Jorge.

Anúncios

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

abril 10, 2017

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

Blogueiros

Excepcionalmente o programa Blogueiros não será exibido, hoje, na rádio Rock n’ Gol, retornando na próxima semana, em dia e horário (20h) habituais.

MMT desiste de recurso e Morumbi está definitivamente liberado para shows

abril 10, 2017

Venceu, no último dia 28 de março, o prazo para que o MMT (Movimento Morumbi Total), liderado pelo morador do bairro, Sergio Orlando Santoro, ingressasse na Justiça com Aragvo em Recurso Especial contra decisão que liberou o São Paulo para realizar shows e demais eventos em seu estádio.

Em consequência, a 1ª Câmara reservada ao Meio Ambiente deu por encerrada a questão, ordenando o cumprimento do acordão, que, na prática, já estava sendo executado.

Santoro ingressou com a ação em 2008, alegando transtornos aos moradores, proporcionados por poluição sonora, tumultos, etc.

Após perícia, constatou-se que o Tricolor conseguiu adequar o estádio aos padrões estabelecidos por Lei (fato ocorrido apenas após a reclamação do morador), e, conquentemente, o objeto em questão perdeu o sentido.

Eurico Miranda e os jovens atletas vascaínos

abril 10, 2017

Justiça indefere recurso e Palmeiras terá que pagar comissão a Valdivia

abril 10, 2017

Em recente decisão, a Justiça deu ganho de causa ao ex-jogador em atividade Valdivia, que cobrava, do Palmeiras, valores em atraso de comissionamento sobre sua própria transação ao clube.

No total, o “ídolo” palestrino teria que receber R$ 1,8 milhão.

Vale lembrar que o acordo foi assinado pelo presidente à época, Luis Gonzaga Belluzzo, e depois corroborado pelo sucessor, Arnaldo Tirone.

O Palmeiras ingressou com embargo de execução, solicitando efeito suspensivo do pagamento até que Valdívia apresentasse as notas fiscais referentes aos valores que deveriam ser quitados, mas a Justiça indeferiu.

Na última semana, o clube foi derrotado definitivamente, com a rejeição do Agravo de Instrumento.

Uber regulado

abril 10, 2017

EDITORIAL DA FOLHA

Por vezes são tênues os limites entre regulamentar uma atividade e asfixiar um empreendimento sob o peso da burocracia —e ultrapassá-los é hábito corriqueiro no poder público.

Foi o que se ensaiou em deliberação da Câmara dos Deputados sobre os aplicativos para transporte individual, como o Uber.

Alvo de contestações em muitos países, esse serviço ainda carece no Brasil de uma normatização que zele pela concorrência e ofereça garantias aos usuários.

O projeto analisado pelos deputados busca sanar essa insegurança jurídica. Seu texto atribui aos municípios a responsabilidade de estabelecer regras para a atuação dessas empresas.

Entre as diretrizes básicas listadas, bastante razoáveis, estão a cobrança de tributos, a exigência de contratação de seguro e a devida adequação dos veículos.

No entanto, a sanha cartorial manifestou-se em duas emendas aprovadas pela Câmara. Na prática, ambas equiparam o Uber a um serviço público, similar aos táxis —justamente como pleiteava o lobby dos taxistas.

Abrem-se, com isso, brechas para que os municípios delimitem o número de condutores nas ruas, estipulem escala de preços e, em última instância, até mesmo proíbam o serviço.

Felizmente, o Planalto já indicou que vetará as alterações, caso não sejam derrubadas no Senado, onde o projeto tramitará agora.

Não há dúvida de que seja necessário disciplinar o uso do Uber e seus congêneres. O texto da Câmara, no entanto, acabaria por tolher, por mera reação corporativa, um serviço de ampla aceitação pelos consumidores.

Há, decerto, meios mais inteligentes de solucionar a contenda. Num exemplo, a Prefeitura de São Paulo, na gestão de Fernando Haddad (PT), impôs aos motoristas de aplicativos uma taxa progressiva por quilômetro rodado.

Assegura-se, assim, uma compensação à cidade pelo uso de suas vias; combate-se também a competição predatória, equilibrando os custos dos serviços (os taxistas pagam por seus alvarás).

Nessa seara, as preocupações centrais do poder público devem ser com a mobilidade urbana, a concorrência justa e a segurança de condutores e passageiros.

O que não se pode é privar a população de um benefício tecnológico para preservar a reserva de mercado de uma categoria.


%d blogueiros gostam disto: