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Archive for 7 de abril de 2017

Outro preposto de Fernando Garcia quer receber fortuna do Corinthians na justiça

abril 7, 2017

Fernando Garcia e André Negão

Revelamos, ontem, que o agente de jogadores Fernando Garcia, para dissimular participação em ação de cobrança contra o Corinthians, no valor de R$ 500 mil, utilizou-se de empresa preposta, a B2F Marketing Esportivo Ltda.

https://blogdopaulinho.com.br/2017/04/06/fernando-garcia-utiliza-se-de-preposto-para-cobrar-r-500-mil-do-corinthians-na-justica/

Mas não parou por ai.

Na última quarta-feira, Garcia abriu novo processo contra o clube, desta vez em nome de uma de suas “barrigas de aluguel”, o Sociedade Esportiva Vitória, mais conhecido como “SEV Hortolândia”, existente apenas no papel.

Neste caso quer receber R$ 1.163.713,03.

Esperto, trata o termo “comissionamento”, como “transação” do jogador Petros, que sequer sabe em que lugar do planeta está localizada a cidade de Hortolândia.

Vale sempre a pena lembrar que à ocasião deste e de outros negócios, Fernando Garcia – que não tem coragem, aparentemente, de expor o nome e relacionamento com o Corinthians – era conselheiro do Timão, assim como seu irmão, Paulo Garcia, dono da Kalunga, principal investidor das campanhas políticas de Andres Sanches (PT) e André Negão (PDT), o primeiro, “dono” extra-oficial do clube, o segundo, vice-presidente alvinegro, ambos acusados de receber “vantagens” da Odebrecht na construção do estádio em Itaquera.

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Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

abril 7, 2017

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

Base do Corinthians: treinador é rebaixado por se recusar a escalar filho de diretor

abril 7, 2017

O treinador da equipe Sub-15 do Corinthians, Vinicius Marques, foi rebaixado para o time Sub-11, após recusar-se a escalar um jogador, filho de dirigente alvinegro, que infelicita as categorias de base do clube.

Zé Henrique da Marmoraria, é a alcunha do diretor.

No lugar de Vinicius (no Sub-15) , foi colocado o treinador José Augusto (que estava encostado no setor de “Categoria de Desenvolvimento Técnico Especial”), conhecido dos bastidores do Parque São Jorge, que, não por acaso, havia sido contratado, meses atrás, como “personal” do garoto, filho do referido dirigente, à custo, segundo informações, de R$ 1 mil mensais.

A troca foi autorizada pelo novos gestores do departamento, Jaça – que tem o nome ligado à contravenção penal (Jogo de Bicho) e Carlos “Nei” Nujud.

Não se sabe ainda, embora desconfia-se, se teriam recebido dinheiro para facilitar a operação.

Vice de Mesquita Pimenta foi afastado por ser “funcionário fantasma” no Governo Covas

abril 7, 2017

Sergio Barbour, candidato a vice-presidente do São Paulo, na chapa de Mesquita Pimenta

(Publicado na FOLHA em 27 de janeiro de 1995)

Secretário ‘fantasma’ pede demissão e Covas aceita

GEORGE ALONSO
DA REPORTAGEM LOCAL

O secretário de Esportes e Turismo de São Paulo, Sérgio Barbour, pediu ontem demissão do cargo ao governador Mário Covas (PSDB), que aceitou o pedido.

Em 26 dias de governo, Barbour é o primeiro secretário de Covas a deixar a administração. Ele poderia virar uma “assombração” para o governo, que, desde a posse, vinha alardeando uma “revolução moral” no Estado.

A demissão ocorre após a Folha ter revelado ontem que Barbour nunca trabalhou na Comgás (Companhia de Gás de São Paulo) e, na Sabesp, no local onde ele disse estar comissionado (para presidência da empresa), não era conhecido nem pela secretaria que trabalha ali há sete anos.

Na reportagem da Folha, três ex-diretores da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) também afirmaram que não o conheciam.

O ex-secretário havia dito à Folha que tinha trabalhado na Sabesp “de 1992 até 31 de dezembro de 1994, na presidência”.

No cadastro de pessoal da Comgás (de junho de 1994), ele aparece oficialmente como “ativo” e não como comissionado na Sabesp.

Além disso, ao ser perguntado se tinha assinado processos sobre os trabalhos executados na Sabesp, Barbour declarara que “não assinava documentos”, porque “era um assessor especial, não era um assessor de aparecer”.

A Sabesp, porém, já tinha informado à Folha que o ex-presidente da empresa, Luiz Appolonio Neto, só tinha quatro assessores executivos –e o nome de Barbour não constava dessa lista.
Barbour afirmara também que foi seu “amigo” Appolonio quem o levou para a Sabesp. Appolonio foi presidente da Sabesp a partir de abril de 1993 (antes, dirigia a Comgás). Barbour disse que trabalhou junto à presidência dessa estatal de “1992 a 1994”.

Na entrevista que deu à Folha anteontem, Barbour declarou ainda que ganhava R$ 1.500 da Comgás. Ontem, a Folha apurou que o salário de dezembro de um “analista administrativo 4”, função que Barbour deveria exercer na Comgás, era de R$ 1.800.

Carta de demissão

O advogado Sérgio Barbour, 52, entregou a sua carta de demissão ontem, no fim da tarde, no Palácio dos Bandeirantes.

Nela, o ex-secretário afirmou: “Diante do noticiário da imprensa, envolvendo meu nome, e reconhecendo que a sua obra de governo não deve sofrer qualquer dificuldade, sobretudo advinda de seus companheiros e amigos, venho por meio desta pedir o meu afastamento das funcões de secretário de Estado dos Negócios de Esportes e Turismo”.

Na mesma carta, Sérgio Barbour disse ainda: “Continuo, porém, sempre à disposição do amigo e pronto a servir São Paulo no limite de minhas forças”.

Ao anunciar a demissão de Barbour, às 19h45, Covas afirmou que “não sabia que Barbour era funcionário da Comgás” quando o indicou para a pasta.

O governador afirmou que ainda não tem o nome do novo secretário de Esportes e Turismo do Estado. Sobre a data da nomeação, Covas foi evasivo: “A gente nunca sabe quando vai ter o estalo”.

Indagado sobre os cuidados na escolha do novo secretário (para evitar novo desgaste), Covas declarou: “Vou adotar o mesmo tipo de cuidado que adotei até agora. E se, por acaso, eu cometer erros, pagarei pelos erros que cometer”.

Prisão da cúpula dos Desportos Aquáticos é medalha de ouro

abril 7, 2017

Por ALBERTO MURRAY NETO

A prisão dos principais diretores da CBDA vale uma medalha de ouro. Há muito que essa gente vem esbanjando desfaçatez e dando de ombros para os atletas e técnicos. Sob o argumento de que a CBDA é uma entidade de direito privado, fizeram estripulias que arrebentaram com as finanças, projetos, imagem e credibilidade dos desportos aquáticos.

A CBDA é uma entidade de direito privado, mas nem por isso pode cometer ilícitos, sob pena de lhe serem imputados crimes de interesse público. Se um ente privado “A” subtrai algo de outro ente privado “B”, comete crime de furto e será julgado por tal ato. Não interessa que sejam duas partes particulares. Além disso, a CBDA recebe dinheiro público.

A Operação Águas Claras, bem conduzida pela Polícia Federal é exemplificativa. Os dirigentes do esporte não podem achar que estão acima das leis. Não estão impunes.

Há muito mais o que se investigar e punir no esporte olímpico do Brasil. As peripécias financeiras da CBDA e de outras Confederações escancara que o tão decantado rigor e exigências na prestação de contas pelas entidades superiores são falhos, ou coniventes. É preciso investigar aqueles que sempre foram aliados de primeira hora desses que, hoje, estão em palpos de aranha.

O olimpismo do Brasil faz um lobby fortíssimo. Mas isso começa a desmoronar.

Saiba mais sobre o assunto:

https://esporte.uol.com.br/natacao/ultimas-noticias/2017/04/06/contrato-suspeito-da-cbda-tem-mochilas-por-r-690-e-indica-superfaturamento.htm


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