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Archive for 3 abril, 2017

Vice do Corinthians ironiza campanha antecipada de Osmar Stabile

abril 3, 2017

Osmar Stabile e André Negão

Anos atrás, quando tentava se viabilizar como candidato à presidente do Corinthians, André Negão lançou campanha pelas redes sociais (facebook, wathsaapp, etc) em que enviava imagens e textos com o slogan “ALO Presidente” sempre inserido no contexto.

ALO são as iniciais de “Andre Luis de Oliveira”.

Acabou elegendo-se vice-presidente de Roberto de Andrade.

Em plágio escancarado (com a inserção de cópia até de fotografias, em que muda-se apenas o slogan), o oposicionista Osmar Stabile tem enviado, diariamente, a associados do Timão, textos, digamos, menos inspirados do que o de Negão, mas com o mesmo objetivo: fixar na mente das pessoas o slogan “Stabilize-se”.

Desnecessário explicar a relação com o nome do, tudo indica, candidato a presidente do clube.

O tiro, porém, tem saído pela culatra.

Além da iniciativa estar sendo ridicularizada no Parque São Jorge (por conta da copia e da qualidade dos textos), ontem, pela segunda vez, o próprio André Negão ironizou a iniciativa, pelo facebook:

“Alô alô excelência o cara é louco quer Stabilidade. Atenção se minhas loucuras tivessem explicações, não seriam loucuras e eu não seria Corinthiano”

E pelo wathsapp:

“Alo alo, Tenis em alta! Este final de semana o candidato da Stabilidade foi visto implorando apoio dos amigos Cestari e Mauro Rosa 🌹!! prometeu a vice, o candidato estava meio destabilizado kkkkkkkk!”

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Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

abril 3, 2017

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

Blogueiros

São Paulo acoberta agressor, mas é condenado a pagar R$ 10 mil a garoto atropelado

abril 3, 2017

No dia 04 de julho de 2011, o garoto Bruno da Silva Barbosa (à época com 14 anos), saia de seu trabalho (num Lava-Jato), de bicicleta, quando foi atropelado por um VW Polo, placa EUT 8981, que passou em alta velocidade pelo cruzamento em que estava compreendida a rua Flavio Américo Maurano.

O motorista tentou fugir alegando “estar atrasado para uma reunião”, mas populares obrigaram-no a prestar socorro.

Constatou-se, depois, tratar-se de veículo de propriedade do São Paulo Futebol Clube.

Após mais de uma semana hospitalizado, os gastos de Bruno com o episódio totalizaram R$ 10 mil, que o clube negou-se a ressarcir.

Abriu-se, então, uma ação judicial, em que o garoto requereu apenas o montante gasto, sem exigir indenização.

De maneira lamentável, o São Paulo apresentou documento, que a Justiça parece ter considerado “fajuto” dando conta de tratar-se do controle de entrada e saída de veículos, no intuíto de fazer parecer que a história de Bruno não era verdadeira.

Três testemunhas, porém, compareceram ao Tribunal para amparar o relato da vítima.

O São Paulo, negando a história, sequer apresentou o nome do condutor, que, pelo relato, parece tratar-se de membro do corpo diretivo.

Por fim, e ficou muito barato, o clube foi condenado a pagar R$ 10 mil ao garoto Bruno, além das custas processuais.

Linense vendeu a honra por R$ 60 mil

abril 3, 2017

R$ 60 mil… é o que restou ao Linense receber após o final do embate contra o São Paulo, no Morumbi, em que perdeu o jogo por dois a zero, e, por consequência, as chances de surpreender nas quartas de final do paulistinha.

A equipe do interior, que vendeu o mando de campo por ganância, certamente arrecadaria muito mais em seus domínios.

Mas, convenhamos, para quem coloca preço na honra, a quantia até que está bem paga.

Afinal, Judas não vendeu Cristo por trinta moedas ?

O traído da vez é o morador de Lins, otário, que pagou ingressos durante todo o torneio em jogos desimportantes para, no momento da glória, ser decepcionado.

A cara de pau de Edinho, filho de Pelé

abril 3, 2017

NOTA OFICIAL DE EDINHO

Infelizmente vou preso inocente (mais uma vez), acusado de LAVAGEM DE DINHEIRO, sem uma gota de evidência apontando pra isso! Depois de 13 anos de processo, o poder judiciário ainda NÃO consegue responder essas perguntas:

1 – Que dinheiro foi lavado?

2 – Quanto dinheiro é?

3 – Onde está esse dinheiro?

4 – Existe uma conta bancaria relacionada a mim, Edinho, no processo?

5 – Recebi algum dinheiro ilícito de alguém?

6 – COMO esse dinheiro foi lavado, qual a forma ou o mecanismo de lavagem que foi encontrado?

7 – Existe ALGUM DOCUMENTO em que a acusação se apoia?

8 – Onde está o resultado dessa “lavagem”? Eu tenho (ou algum dia tive) bens ilícitos, hábito ou estilo de vida fora do meu real padrão financeiro?

Por incrível que pareça, o poder judiciário não consegue responder essas perguntas. E mesmo assim, eu fui preso “EM FLAGRANTE” por um FATO INEXISTENTE, condenado a mais de 33 anos! UM ABSURDO! UMA COVARDIA! Reduzir a pena para 12 anos ainda é um absurdo e uma INJUSTIÇA! UMA TOTAL INVERSÃO DE VALORES!

Mas eu sei que Deus escreve certo por linhas tortas, e a minha FÉ é inabalável E por isso, vou lutar até o fim, em busca de justiça! Eu continuo como SEMPRE ESTIVE à disposição da justiça e na esperança de encontrar coerência nela

E mesmo privado de minha liberdade vou ficar cada dia mais forte, porque, também sei que Deus tem coisas grandes e maravilhosas preparadas para mim!

Obrigado pela atenção!

NOTA DO BLOG: além da Justiça e de dois traficantes presos em Tremembé, moradores da Baixada Santista, não um, nem dois, mas dezenas, conhecem a verdade.

Sergio Moro, Bolsonaro e a Injuria

abril 3, 2017

Na última semana, o deputado federal Jair Bolsonaro ampliou seu leque de posturas constrangedoras ao, explicitamente, carregar a tiracolo uma cinegrafista com objetivo de tirar vantagem política de exposição ao lado do juíz Sergio Moro, a quem, até então, defendia.

O tiro saiu pela culatra.

Moro, ao ver a ridícula figura postada em sua frente “batendo continência”, ignorou-o, deixando no vácuo uma solicitação de cumprimento.

Porém, leitor deste blog alertou-nos que, dependendo da interpretação, o gesto do juíz poderia ser tratado como crime.

Existem teses, sobre o art. 140 do CP, que qualificam como “Injúria por omissão” deixar de cumprimentar alguém com objetivo de humilhá-la.

Alguns juristas entendem que duas testemunhas são suficientes para o enquadramento.

No aeroporto havia bem mais, sem contar as milhares que visualizaram pela internet.

Bolsonaro, no entanto, tratou de enfraquecer a tese – que já não era lá muito forte, afinal, haveria necessidade de comprovar o dolo, ou seja, o objetivo de Moro em ridicularizá-lo – ao postar, ele próprio, seu vexame nas redes sociais, demonstrando, além de falta de bom senso, suposta aceitação ao gesto.


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