Anúncios

Archive for 13 de março de 2017

Arena Propina: quando Lula e Andrés Sanchez agradeciam os Odebrecht

março 13, 2017
Anúncios

Presidente do CORI do Corinthians perde ação para o Blog do Paulinho. Matéria citava “caso Defederico”

março 13, 2017

Osmar Basilio e Andre Negão

Em 2009, o Blog do Paulinho revelou que o atual vice-presidente do Corinthians, André Negão, utilizou-se de seu professor na Faculdade Drummond, Ricardo Agnelo D’Angelo, para intermediar, ocultamente, a chegada do argentino Defederico ao Parque São Jorge.

O negócio, altamente lesivo ao clube (R$ 8,5 milhões, sem contar cinco anos de salários em torno de R$ 500 mil), rendeu aos envolvidos, ao menos, R$ 400 mil em comissões.

A matéria indicava, também, em ironia, que o patrono da escola bem poderia ser o Barão de Drummond, inventor do “Jogo de Bicho”, ofício conhecido de André Negão, pelo qual foi preso, em flagrante, pelo menos em três ocasiões.

Indignado, não se sabe se com objetivo real de proteger o colégio ou talvez o amigo e parceiro político no Corinthians, notório contraventor, o dono da DRUMMOND, Osmar Basílio, presidente do CORI do Timão (órgão que tem objetivo de fiscalizar e impedir falcatruas no Parque São Jorge), em vez de procurar apurar a informação, ingressou com ação judicial contra este jornalista, requerendo não só a retirada da matéria do ar, como também indenização por Danos Morais, que avaliou em R$ 50 mil.

Contra André Negão nada fez, e, recentemente, seguiu ajudando-o, como ocorrido durante a fracassada campanha a vereador do vice-alvinegro.

Voltando ao processo, na última quinta-feira (09), a 6ª Vara Civil de São Paulo indeferiu o pleito da DRUMMOND, deu razão ao Blog do Paulinho, condenando os autores ao pagamento de custas processuais.

Vale lembrar que este jornalista é defendido pelo escritório da Dra. Danubia Azevedo.

Confira abaixo trechos da excepcional sentença, assinada pela juíza Dra. Lúcia Caninéo Campanhã, com detalhes da denúncia sobre o “caso Defederico”, que merecem ser rememorados pelos corinthianos e também por alunos da DRUMMOND:

“É o relatório. DECIDO. O feito comporta julgamento antecipado, nos termos do art.355, inciso II, do Novo Código de Processo Civil.”

“(…) nos termos do art.344 do Novo Código de Processo Civil, no entanto, os fatos relatados não justificam o pedido indenizatório e inibitório.”

“Nos termos do art. 5º, incisos IV e IX, da Constituição Federal “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato” e “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.”

“Conforme dispõe o art. 220 da Constituição Federal “a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma,processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.””

“Por fim, segundo o disposto no art.5, XIV, da Constituição Federal “é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte,quando necessário ao exercício profissional”.”

“A exclusão de matéria jornalística dos veículos de comunicação somente acontece em casos excepcionais, ou seja, nas hipóteses de abuso evidente.”

“No caso, não está claro tal abuso no exercício do direito constitucional da liberdade de expressão e de imprensa.”

“Na notícia denominada “ironia do bicho”, o jornalista relata que André Negão, diretor administrativo do Corinthians, “estuda” Gestão Esportiva no colégio Drummond e seu professor foi utilizado como testa de ferro na negociação do atleta Defederico, prossegue dizendo que o nome da faculdade é uma homenagem a Carlos Drummond de Andrade, embora há quem diga que a “honraria” seria para o Barão Drummond, inventor do jogo do bicho, “não poderia ser mais adequado” (fls.50).”

“Na segunda notícia, consta que André Negão admitiu oficialmente participação na contratação de Defederico, utilizando como testa de ferro Ricardo Agnelo D’Ângelo, seu professor na faculdade Drummond (fls.56).”

“Por fim, a terceira notícia menciona que turma da sorte leva R$ 400 mil do Corinthians na transação do atleta Defederico, reitera que André Negão utilizou-se de testa de ferro, o Ricardo Agnelo D’Ângelo, seu professor na faculdade Drummond, parceira do Corinthians (fls.65).”

“Consta da petição inicial que o Sr. Ricardo Agnelo D’Ângelo realmente é professor na faculdade Drummond (fls.04).”

“As matérias reportam-se à negociação do atleta do Corinthians.”

“Não havia como deixar de mencionar o nome da faculdade Drummond, uma vez que pela notícia o aluno daquela instituição de ensino utilizou o professor como testa de ferro. Dentro de tal contexto, não se pode dizer que gratuita a menção ao nome da faculdade, posto que de lá surgiu o vínculo entre os envolvidos.”

“No tocante à origem do nome, o blogueiro deixa claro que “o nome da faculdade é uma homenagem a Carlos Drummond de Andrade”, mas depois brinca que “há quem diga” que a honraria seria para o Barão de Drummond, inventor do jogo do bicho. (fls.50).”

“No texto, não há qualquer dúvida que homenageado o poeta e não o bicheiro, e que a segunda parte tem conotação cômica, não se reveste de seriedade.”

“Por tais razões, entendo que o requerido agiu no exercício regular do direito de informar, não praticou ato ilícito no que diz respeito aos requerentes, a reportagem em tela não gera o dever de indenizar nem justifica a sua censura.”

“Diante do exposto, JULGO IMPROCEDENTE o pedido. Arcarão os autores com o pagamento das custas e despesas processuais.”

Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

março 13, 2017

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

Blogueiros

São Paulo pagava “pedágio” de 33% para empresa ligada a Mesquita Pimenta

março 13, 2017

Recentemente, o ex-presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, foi afastado do clube sob acusação de práticas ilícitas, entre as quais nebuloso contrato de intermediação de negócios, com taxa de 20% de comissionamento pagas à Sra. Cinira Maturana, que, descobriu-se em sequencia, tratar-se de 1/2 namorada do dirigente.

No Corinthians, durante o reinado Dualib, sua neta Carla saiu do clube com má-fama, devido a acordo firmado entre sua empresa, a SMA Sports, que levava 30% dos contratos do Timão.

Nenhum deles, porém, conseguiu superar o ex-presidente do São Paulo, Eduardo Mesquita Pimenta, que, aparentemente, não beneficiava-se apenas de transações de jogadores, conforme reiterou o juíz de direito Luis Flavio Gomes, em entrevista ao UOL:

“Eu reconheci que o Pimenta pediu dinheiro. Foi feita a gravação, e lá em Campinas, se constatou que era autêntica a voz, era dele mesmo. Houve montagem na fita, mas o que ficou ali era verídico. A edição não exclui o fato dele ter pedido dinheiro. Por isso reconheci isso na sentença”

“O que o Todé falou era verdadeiro. Eu reconheci a veracidade do que foi dito contra o Pimenta. Ele dizia que o Pimenta teria pedido dinheiro. E não havia dúvida disso, então absolvi o Todé”.

“Julguei em cima do laudo, minha sentença tinha fundamentos sólidos, Se ele foi absolvido internamente é puro corporativismo, coisa do clube (São Paulo)”

Em novembro de 1993, Pimenta fechou contrato com a SP Sport (constituída apenas dois meses antes), que garantiria direito à empresa de “negociar a imagem do São Paulo”, criando atrito com o departamento de marketing do clube, que dizia poder executar a mesma tarefa sem cobrar pelo serviço.

Levantamento das contas do clube, ocultado à época, será revelado aos conselheiros nos próximos dias, e dá conta de que a comissão paga à intermediária era de impressionantes 33%, ou seja, mesmo sem dirigente algum “embolsando” (o que é pouco crível), já seria em demasia lesivo aos cofres do Tricolor.

Não é a toa que Carlos Miguel Aidar, no exercício do poder, anistiou Pimenta de sua punição no São Paulo, e tem agora, dele, a promessa da recíproca.

“Asinus asinum fricat”, ditado em latim que significa “um asno coça o outro”, utilizado para justificar a aproximação de semelhantes, exemplifica bem o que essa gente pretende fazer com o clube se conseguirem retornar ao poder.

A torcida do Vasco da Gama precisa acordar

março 13, 2017

Há ainda quem interprete críticas realizadas ao treinador Cristóvão Borges como se fossem por conta da cor de sua pele, ou seja, prática de racismo.

Não são.

Cristóvão é profissional, no atual estágio de sua carreira, abaixo do mediocre, com o agravante de se prestar, nos bastidores, a práticas inconfessáveis, ligadas a transações de jogadores de futebol.

Torcedores do Vasco da Gama confundem o amor de Eurico Miranda pelo clube com capacidade administrativa.

Se no passado as práticas do dirigente, nem sempre aprováveis, diante de seu leque de relacionamentos favoreciam, mesmo que por linhas tortas, à agremiação cruzmaltina, nos dias atuais, absolutamente destoante no tempo e na competência exigida por um clube de ponta, sem os mesmos “amigos” nos bastidores do futebol, nada funcionará.

O time do Vasco é muito ruim, a comissão técnica ainda pior e a gestão, por subdesenvolvimento intelectual, incapaz de encontrar a luz no fundo do túnel.

Duda (07 anos) quer jogar futebol e basquete, mas a escola não deixa

março 13, 2017

Espiões domésticos

março 13, 2017

Da FOLHA

Por RUY CASTRO

O site WikiLeaks, que divulga o conteúdo de documentos secretos, acaba de fazer outra grave denúncia : a CIA, serviço de espionagem americano, descobriu como penetrar em aparelhos, grampear conversas e se meter em qualquer equipamento doméstico conectado à internet. E não se limita aos suspeitos de sempre. Nesses tempos de terrorismo global, em que os atentados são imprevisíveis, todo mundo —eu, você ou o seu primo que chegou da roça— é suspeito, e, como tal, sujeito à vasculha cibernética. O seu smartphone, por exemplo, pode estar espionando-o neste momento.

Sem falar nas smart-TVs, as TVs “inteligentes”. Elas têm um microfone, que você talvez não saiba onde fica. Mas a CIA sabe. Através dele, ela capta as suas conversas no recinto, grava-as e as transmite para os interessados. Faz isto mesmo que a TV pareça estar desligada —porque, para o “software malicioso” da CIA, ela não está. E, ao trocar segredos com os seus sócios de trampolinagens, não adianta você os chamar por apelidos como “Amigo”, “Italiano” ou “Vesgo” —a CIA tem um equipamento que “lê” vozes.

Até os carros computadorizados poderão ser “ordenados” a se atirar do alto de um viaduto matando seus passageiros —imagine quantos rivais ou inimigos não estariam ao alcance dessa morte por controle remoto. Talvez por isso, Mark Zuckerberg, dono do Facebook, cubra os microfones e câmeras de seus equipamentos com fita adesiva preta quando não em uso. Seguro morreu de velho.

Ou seja, nossas casas podem estar cheias de espiões trabalhando para a CIA, e já vejo o dia em que os micro-ondas, liquidificadores ou enceradeiras também estarão de olho em nós.

Falando nisso, ontem, minha TV de tubo (sim, ainda tenho uma) pareceu piscar para mim, acendendo e apagando a intervalos. Pisquei de volta e ela sossegou.


%d blogueiros gostam disto: