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Archive for 10 de março de 2017

Jogo da Seleção faz “merchan” de Andres Sanches na Arena em Itaquera

março 10, 2017

Lucas Sanchez, Andres Sanches e o filho de Giuliano Bertolucci

No próximo dia 28 de março, a Seleção Brasileira enfrentará o Paraguai, no estádio de Itaquera, em partida das Eliminatórias que pode garantir a classificação à Copa do Mundo 2018.

O preço dos ingressos é salgado, variando de R$ 200 (setor norte) até R$ 1.000 em Camarote com direito a Serviço.

Chama a atenção, porém, o Setor “Villa Mix”, em que o torcedor desembolsará R$ 650 e terá à disposição comes, bebes e shows dos grupos “Jorge e Matheus”, “Pedro e Benício”, além de Israel Novaes.

Tanto a casa de shows, quanto os artistas nominados, possuem ligação com o deputado federal Andres Sanches, do Corinthians.

O parlamentar é dono do “Villa Mix” e representa, por intermédio da ação de seu filho, os “sertanejos” anunciados.

As dúvidas:

  • trata-se de um acordo entre Andres Sanches e a CBF, indicando ainda mais estreitamento de relações entre o parlamentar e Marco Polo Del Nero (indiciado pelo Relatório paralelo da CPI do Futebol e pelo FBI norte-americano), que antes tratavam-se como inimigos ?
  • O “Villa Mix” negociou diretamente com o Corinthians, e desconformidade com o que prevê o Estatuto alvinegro, que impede qualquer tipo de relação comercial entre o clube e seus conselheiros ?
  • Quem pagou (se pagou) a quem e quanto ?

Seja lá qual for a resposta, o resultado dá mostras de como as coisas funcionam nos bastidores do futebol nacional.

ABAIXO, EM VÍDEO, ANDRES SANCHES CONFIRMA SER PROPRIETÁRIO DO VILLA MIX

REPORTAGEM DO FANTÁSTICO COMPROVA QUE VILLA MIX É UTILIZADO EM CRIME DE “LAVAGEM DE DINHEIRO”

COMPROVAÇÃO DA LIGAÇÃO DE LUCAS SANCHES, FILHO DO DEPUTADO PETISTA, COM O VILLA MIX

https://blogdopaulinho.com.br/2015/06/20/filho-de-peixe-site-registro-br-confirma-fraude-de-lucas-sanchez-filho-do-presidente-corinthiano-2/

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Ouça a rádio Rock n’ Gol ao vivo !

março 10, 2017

Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

Palmeiras sem honra: posse do casal CREFISA no Conselho

março 10, 2017

O “Timão” da Odebrecht

março 10, 2017

O vice-presidente do Corinthians, André Negão, meses atrás, foi levado coercitivamente para depor no âmbito da Operação “Lava-Jato”, da Polícia Federal, acusado de receber R$ 500 mil em propina da Odebrecht, construtora do estádio em Itaquera.

No mesmo dia acabou preso, após encontrarem duas armas de fogo em sua residência.

O apelido de Negão na planilha do Departamento de Propinas da Odebrecht era “TIMÃO”.

Recente delação premiada de executivos da construtora confirmou a alcunha do vice-presidente alvinegro, e que ele operava como intermediário de “agrados” do deputado federal Andres Sanches, para que este facilitasse a assinatura de aditivos com objetivo de encarecer o preço final da obra (de R$ 330 milhões para R$ 1,2 bilhão).

Ontem, André Negão postou vídeo dentro do Parque São Jorge, utilizando-se de uma camiseta com a inscrição “Timão” saltando aos olhos do espectador.

Seria uma afronta à PF ou simples descuido do dirigente ?

Clube das vítimas de viradas espetaculares

março 10, 2017

Onde estava Messi na comemoração do histórico gol do Barcelona?

março 10, 2017

Da FOLHA

Por LUIS CURRO

O assunto ainda é a histórica vitória do Barcelona sobre o Paris Saint-Germain na Liga dos Campeões da Europa.

A goleada por 6 a 1, com direito ao sexto gol, o da classificação para as quartas de final, aos 50 minutos do segundo tempo, na quarta-feira (8), representou a maior virada em um mata-mata do principal interclubes do mundo.

O volante-lateral Sergi Roberto recebeu lançamento de Neymar, esticou-se e desviou para a rede do time parisiense, levando o Camp Nou, tomado por mais de 96 mil torcedores, à loucura.

O autor do gol saiu em disparada rumo à lateral do gramado e foi seguido por todos os companheiros – inclusive os reservas, que invadiram o campo e dispararam rumo ao local da celebração.

Aliás, por todos não. Faltava um: ninguém menos que Messi.

O capitão do time não estava lá prontamente. Só chegou ao grupo de colegas 45 segundos depois do gol.

Por quê? Onde estava o craque argentino no momento de maior êxtase, para o Barcelona, na partida? O que o fez se manter longe de Neymar, Suárez e dos demais, quando isso seria o natural?

O jornal espanhol “Marca” descobriu, e mostrou. Messi estava com a torcida.

Enquanto todos correram atrás de Sergi Roberto, a “Pulga” correu para a arquibancada atrás do gol defendido pelo PSG.

Saltou na mureta e, por 30 longos segundos, vibrou junto com os torcedores do Barça. Efusivamente.

Gritava. Mexia os braços como um maluco. Pegou uma peça de vestuário (um boné, talvez?) oferecida por um fã e continuou a transbordar a emoção. Jogou a peça de volta (uma camisa, talvez?). Berrou mais. Bateu no peito seguidamente, com força.

Nem parecia aquele Messi de sempre que ao comemorar seus gols, por mais belos e importantes que sejam, festeja via de regra com alta dose de comedimento.

Enfim, com a adrenalina não mais a 100%, mas a 99%, recuou e decidiu ir até Sergi Roberto e companhia para dar-lhes um merecido abraço.

Não sem antes ganhar, ele próprio, um abração de um torcedor que conseguiu invadir o campo – sendo rapidamente e bruscamente afastado da cena por um segurança.

Messi então despediu-se da torcida azul e grená e correu para a lateral. Pegou o chamado “fim de festa”: a dispersão já tinha ocorrido.

Nada que o denigra, nada que gere críticas.

O argentino, autêntico, fez a opção que seu coração indicou. Sabia, provavelmente inconscientemente, que dentro de poucos minutos poderia declamar ao herói Sergi Roberto seus melhores elogios.

Naquela hora de euforia extrema, quis estar nos braços do povo. Nos braços daquela gente que grita seu nome, que o incentiva, que o idolatra, que o respeita e que o ama há mais de uma década.

São poucos os jogadores que sabem o inestimável valor que os torcedores dão ao ídolo que lhes oferece atenção – e nem precisa ser muita. Messi, conscientemente ou não, soube.

E os felizardos que puderam vê-lo a menos de um metro, e os mais felizardos que puderam tocá-lo, terão na memória muito mais que um jogo histórico: uma imagem que vale por uma vida.

Em tempo: Messi, aso 29 anos, tem negociado há alguns meses a renovação de seu contrato, que expira na metade de 2018, com o Barcelona. Depois dessa partida épica e de seu momento de apaixonada loucura, aposto que estenderá sua permanência na Catalunha, sua casa desde o ano 2000. Não demorará para o Barça anunciar que o cinco vezes melhor do mundo permanecerá por mais uns três anos pelo menos. 


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