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Esquema envolvendo agentes ligados ao Corinthians, bancado por filho de contrabandista, é descoberto no Juventus

lima-juventus

Após diversas denúncias, o presidente do Juventus, Domingos Sanches, aceitou a demissão do diretor de futebol, “Paulinho Favela”, acusado de beneficiar-se de esquema implementado, há três meses, por grupo de agentes de jogadores, atuante na base do Corinthians, envolvendo desvio e cooptação de atletas para o clube da Moóca, que serviria de vitrine para negociatas.

Na fotografia que ilustra a postagem, em destaque está o empresário Lima (sócio do ex-diretor Augusto, do Corinthians, ligado umbilicalmente ao presidente Roberto Andrade), além de Claudemir Peixoto (de boné), acusado de pegar dinheiro de garotos da base, e Tom (cabelo de fogo e camisa listrada), suposto preposto dessa gente, todos trazidos ao Juventus pelo diretor de futebol Paulo Arthur Vasques (Paulinho Favela).

Para facilitar a operação do negócio, Lima teria conseguido investimento suspeito, do chinês tratado como “Law”, que é filho do afamado contrabandista Law Kin Chong.

É esse dinheiro que estaria bancando (por fora), segundo informações, a maior parte do salário do atual treinador da equipe principal do Juventus, Wilson Junior (registrado, oficialmente, com vencimento de R$ 1 mil), em troca de facilitação aos atletas destes agentes.

Sem a guarida de Paulinho Favela, os “empresários”, desmascarados pela diretoria administrativa (não apenas o presidente, mas o vice Saulo Moisés Franciscon ajudou nas investigações), sabedores que “a casa caiu”, teriam fugido da rua Javari.

Há grande possibilidade do treinador, nas próximas horas, também ser demitido.

Um escândalo, operado dentro da diretoria de futebol, que só não gerou prejuízos maiores ao Juventus por conta da ação rápida de dirigentes, logo após serem informados dos desvios de conduta.

Ainda assim há dúvidas a serem esclarecidas: quem aceitou e que desculpas foram utilizadas para a entrada de dinheiro de investidor externo, ligado a gente acusada de participar da Máfia Chinesa, que bancou parte dos salários do treinador de futebol ?

O Juventus precisa não apenas responder a associados, conselheiros e torcedores, mas também expor publicamente os nomes de quem, eventualmente, possa ter se utilizado do clube para prática de ações criminosas de extrema gravidade.

ATUALIZAÇÃO: o presidente do Juventus assinou Nota Oficial desmentindo todo o teor da matéria. Não surpreendeu. Estranho seria se tivesse coragem de confirmar.

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