Advogado da CBF foi preso ao tentar se passar por Juiz de Direito

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Publicamos, recentemente, detalhes do funcionamento de um esquema, oriundo do Departamento de Registros da CBF, que beneficia dois advogados e, por consequência, os dirigentes que os acobertam.

Osvaldo Sestario, que ficou famoso no episódio do rebaixamento da Lusa, e seu sócio, Alan Belaciano.

Na prática, a CBF impede o acesso doutros escritórios a dados sobre os direitos de formação que os clubes tem sobre jogadores transferidos, e os envia, já com o processo de recebimento encaminhado, aos “doutores” citados, que procuram as agremiações oferecendo os serviços.

Uma espécie de cartel, com lucro certo e divisão de honorários entre os envolvidos.

Um exemplo de como essa gente é ousada aconteceu no Vasco da Gama e foi denunciado, com farto material comprobatorio, pelo Blog do Paulinho, com a conivência de Roberto Dinamite.

Porem, se noutros casos, ao menos, os clubes recebiam os 5%, pagando apenas as taxas advocaticias, no Vasco o dinheiro nunca chegou, tendo sido desviado para as Ilhas Cayman, em conta de “parceiro” do presidente cruzmaltino..

Para se ter a noção exata do tipo de gente que trabalha em conluio com a CBF – além dos casos citados, ambos são pagos pela entidade para defender equipes da Série B – o advogado Alan Belaciano tem histórico ligado a criminalidade quando ainda era apenas estudante de Direito.

O fato aconteceu em 2005, quando Belaciano foi preso, em flagrante, após tentar se passar por Juiz de Direito, na tentativa de enganar um Policial Militar.

Belaciano foi indiciado por Falsidade Ideológica e tentativa de Estelionato.

Ou seja, desde a juventude, batalhava em busca das qualificações necessárias para trabalhar em órgãos de moral flexível, como é a CBF.

Abaixo você confere mais detalhes sobre o episódio 

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI813027-EI5030,00-Estudante+e+preso+ao+tentar+se+passar+por+juiz.html

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