Andres Sanches e Rosenberg escanteiam Mario Gobbi e ganham comissão em negócios do “Fielzão”

Candidatos a fornecedores do “Fielzão” afirmam que só é possível vender “naming rights”, ou outro produto qualquer na referida obra, se a empresa se acertar com o ex-presidente Andres Sanches e o atual vice, Luis Paulo Rosenberg.

Nem o atual presidente, o delegado Mario Gobbi, tem acesso às negociações.

É impossível realizar negócios no estádio que pode vir a ser do Corinthians sem a aprovação da dupla.

Embora já demonstre sinais de desgaste com a situação, Gobbi parece não ter coragem de enfrentar os “companheiros”.

Rosenberg assumiu todas as negociações e participa de reuniões em que, por vezes, o atual presidente só tem conhecimento que existiram ao ler as suas atas.

Isso quando tem acesso a elas.

Fato é que o “Fielzão” se tornou grande fonte de renda para a dupla de “espertalhões” que pensam em dividir, segundo calculo dos próprios, cerca de R$ 30 milhões em intermediações.

Dinheiro este que poderia entrar, ou não sair, do caixa corinthiano, aliviando parte das dívidas deixadas por aqueles que, ávidos pelo lucro fácil, sequer pestanejam ao realizar novas operações utilizando-se do clube para enriquecimento próprio.

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