Desespero leva Haddad a andar com Andres Sanches e Vicente Cândido em São Paulo

No início, o ex-presidente Lula, sorridente, escolheu Fernando Haddad como candidato a prefeitura de São Paulo, até então desconhecido da grande maioria da população, acreditando que seu apoio era suficiente para a vitória.

O tempo passou e a campanha não decolou.

Lula caiu na real, percebendo que sua influência já não era mais a de outrora.

Julgamento do Mensalão, discurso e explicações desmentidos pelos fatos, entre outras descobertas trataram de abalar sua credibilidade.

Tentando evitar o vexame de nem conseguir chegar ao segundo turno, o PT trouxe à campanha as figuras de Marta Suplicy, em troca de um Ministério, e a da presidenta Dilma, que, mesmo contrariada, serviu ao partido.

Não adiantou.

Eis que, no desespero, a campanha de Haddad apelou para o futebol, porém cometendo um equivoco que deve deixar a situação do candidato ainda pior.

Convocar o diretor de Seleções da CBF, Andres Sanches, investigado pela policia de São Paulo por diversas acusações de crimes e o deputado Vicente Candido, homem da cúpula do “oligarca” Boris Berezovsky, para pedir voto ao candidato, tentando se utilizar de uma pretensa popularidade com a torcida do Corinthians foi um verdadeiro tiro no pé.

A população sabe bem de quem se tratam, e, principalmente do que são capazes de fazer para sobreviver, e enriquecer.

Seria melhor ter arriscado com Delúbio Soares e Jose Dirceu, que são o que são, mas sempre demonstraram lealdade ao partido, palavra esta que inexiste no dicionário da dupla mencionada na matéria.

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