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Descobertos, dirigentes e conselheiros que criavam “inferno” no Palmeiras quase foram expulsos

É publica e notória a associação do ex-diretor do Palmeiras, Sergio do Prado, com, segundo dizem, seu genro, o repórter Danilo Lavieri, do UOL.

Cirurgicamente plantavam notinhas contra os desafetos do dirigente, entre eles o treinador Luis Felipe Scolari.

Porém outros conselheiros também faziam o mesmo jogo, utilizando-se da mesma fonte de divulgação.

Entre eles, Clemente Pereira, Sergio Orciolo, Wlademir Pescarmona e Seraphim Del Grande.

Estes todos, descobertos posteriormente, foram ameaçados de expulsão, e, aparentemente, se amedrontaram, cessando com os vazamentos.

Situação esta abafada na ocasião.

Clemente Pereira é conhecido “espertalhão” do clube, sempre consegue convites para festas e eventos, comparece, se esbalda, mas nunca pagou nada por isso.

Vem tentando, há anos, junto com o conselheiro Sergio Orciolo, encontrar maneiras de lucrar dentro do Palmeiras.

Já apresentaram projetos de “sócio torcedor”, de troca do sistema telefônico, etc., todos negados, nas diversas reuniões que organizaram na tentativa de convencer o clube a banca-los.

Orciolo, assim como Clemente, também é conhecido pela “esperteza”, nunca pagando por ingressos e convites para festas, que sempre consegue, no Palmeiras.

É tratado como “escapadinha”, porque sempre que participa de algo em que despesas precisam ser rateadas, acaba “saindo pela esquerda”, esquecendo-se de contribuir.

Pescarmona, além de ajudar nos vazamentos direcionados de informação para o “genro” de Sergio do Prado, é conhecido no clube por sua humilhante demissão, ainda na gestão de Mustafá Contursi, por “problemas” com dinheiro do Palmeiras.

Mesmo assim, ainda hoje é acusado de beneficiar a si próprio e a seus familiares, utilizando-se de relacionamentos que possui no Palmeiras, embora sua moral ande um tanto abalada, tratado que é por alguns sócios pela alcunha “Pescachaça”.

Apelido conquistado por sua sempre cambaleante situação etílica.

Outro fato relevante de Pescarmona, quando sóbrio, ocorreu na gestão de Del Grande no Conselho Deliberativo do Palmeiras, quando um processo que indicava sua suspensão do clube por 90 dias, por diversas irregularidades, simplesmente desapareceu.

Não se tem notícia à época de indignação do presidente do Conselho, conhecido parceiro do acusado.

Pois é.

Há ainda muitas histórias envolvendo não apenas essa gente, como outros de hábitos semelhantes, que serão publicadas em breve por esse espaço.

E que contextualizarão o motivo do Palmeiras estar em situação tão indigna de sua história, prejudicado que é por gente que pouco se importa com o clube, apenas com a vantagens que podem obter usufruindo de sua grandeza.

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