Andres Sanches ataca “obsessivos” no Corinthians

Na última semana, ficou claro, após destemperada, porém verdadeira, entrevista do delegado Mario Gobbi, que sua relação com os seguidores de Andres Sanches não é nada boa.

Atacou a todos, dizendo que “eles vivem do clube”.

Uma alusão clara a diversas pessoas, entre eles Andre Negão e Mané da Carne, representantes clássicos da “turma do apelido”, tratados no Parque São Jorge, até pelos atuais gestores, como “baixo clero”.

Sanches, incomodado e pressionado, não deixou barato e disse, finalmente, o que sempre pensou, mas comodamente nunca teve coragem de falar, sobre os grupo dos “corinthianos obsessivos”, acupantes dos atuais principais cargos da gestão Mario Gobbi.

“O Gobbi tem que ter cuidado com pessoas que chegaram ao clube agora. [Eles] já se acham os bonitões, mas vão acabar prejudicando o time e o clube.”

Esquece-se, porém, que ele próprio, Andres, é também recém chegado ao Corinthians, com título presenteado pelo empresário da Sorte, o conselheiro Jaça, nos anos 90, diferente da fictícia versão apresentada no site do clube, recentemente.

O fato é que a desunião atual demonstra claramente como funcionavam as coisas durante o período eleitoral recente.

Obsessivos, “pelo poder”, se juntaram aos “apelidados”, mesmo não os suportando, apenas para obter vantagens.

Raul Corrêa da Silva, diretor financeiro, Sergio Alvarenga, assessor da presidência, Fernando Alba, no amador, Rosenberg, vice-presidente, nunca ganharam tanto dinheiro como nos últimos quatro anos.

Enquanto isso, a turma de Andres, que perderia a primeira eleição não fosse ajudada pelos “obsessivos”, conseguiu manter “comércios” internos no Parque São Jorge, suportou a convivência com os desafetos, mas, assim que Gobbi escolheu o lado que preferia ficar, recebeu a inesperada traição.

Ação esta que tem ocasionado os desdobramentos, ataques e destemperos das últimas semanas.

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